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Política

Confúcio recebe maior homenagem de Minas

Equilíbrio da economia de Rondônia resultou em condecoração ao governador.

Por Veronilda lima e Assessoria
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Publicado: 13/09/2017 às 05h20min

Confúcio (4º da esquerda para a direita) teve atuação reconhecida em nível nacional

O governador de Rondônia, Confúcio Moura (PMDB), recebeu ontem, em Diamantina (MG), a Medalha JK, uma das maiores condecorações concedidas pelo governo do Estado de Minas Gerais. A comenda, que faz parte das comemorações em homenagem ao ex-presidente Juscelino Kubitscheck de Oliveira, premia o mérito cívico de personalidades e entidades que prestam serviços de excepcional relevância à coletividade e que tenham contribuído para o crescimento das instituições políticas e governamentais, bem como, para o desenvolvimento do município, do Estado ou do País.

A homenagem ao governador rondoniense é fruto do equilíbrio das contas do Estado, com pagamento dos servidores dentro do mês trabalhado, assim como aos fornecedores, resultado das medidas adotadas por Confúcio desde 2013, com a redução de gastos, secretarias, cargos comissionados, entre outras.

Criada em 1995 e concedida pela primeira vez um ano depois, a Medalha JK é entregue sempre no dia 12 de setembro, data que marca o nascimento de Kubitschek, em Diamantina.

Além de Confúcio, foram agraciados com a honraria: José Wellington Barroso (Piauí), Robinson Faria (Rio Grande do Norte), Tião Viana (Acre), Jackson Barreto (Sergipe) e Pedro Taques (Mato Grosso).

Em sua 22ª edição, a solenidade de entrega da medalha foi conduzida pelo governador Fernando Pimentel, que citou a política de JK, destacando seu empreendedorismo e coragem para promover o desenvolvimento do País.

“É a sua memória e a sua trajetória que homenageamos e, talvez mais do nunca, hoje seja necessário e imprescindível lembrar Juscelino. Lembrar o visionário mineiro que, inspirado por Celso Furtado, criou a Sudene, que soube estimular a indústria nacional com seu programa de metas, que expandiu a capacidade energética do País com novas hidrelétricas tão potentes quanto Furnas e Três Marias, que ampliou a mobilidade da nossa rede rodoviária, e claro, construiu a nova capital do País, Brasília, deslocando, definitivamente, nossa fronteira de expansão econômica para o Oeste e abrindo espaço para o crescimento do agronegócio”, citou.



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