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A bruxa anda solta mesmo pelos lados do Olímpico

DOMINGUES JÚNIOR


Vovozinhos

 

Juninho Paulista pendurou as chuteiras, mas o amor pela bola e por seu time, o Ituano, o fez mudar de ideia.  Geovanni voltou para o seu Santos  do coração, e até gol já marcou. Agora, quem tirou a chuteira da parede e calçou de novo foi  Roque Júnior. Sem atuar desde 2008, o zagueiro estava no Ituano, a convite de Juninho, apenas para manter a forma física. Mas não resistiu ao chamado e vestirá a camisa do clube até o final do Paulistão. A onda de atletas considerados veteranos, mas que ainda dão um bom caldo,  atingiu em cheio o antigo ídolo do Palmeiras, Roma e seleção brasileira.

 

Zica

 

A bruxa anda solta mesmo pelos lados do Olímpico. Depois de perder Souza, com uma grave lesão no joelho,  o Grêmio se despede do lateral Lúcio. O atleta veio para o Brasil, emprestado pelo Herta Berlin, para se recuperar de contusões. Agora, quando atingia novamente uma boa forma, a dor bateu novamente à sua porta. Lúcio machucou-se  na partida contra  o São José, sábado, e ficará ao menos seis meses de molho. Como seu contrato com os gaúchos só vai até junho, o ala se despede de forma melancólica. Xô azar, tchê!

 

Zica 2

 

O time de futsal Sub-20 de Rondônia também não deu muita sorte. No sorteio de chaves para o Brasileirão da modalidade, pegou Rio Grande do Sul, Pará, Maranhão e Rio Grande do Norte. Os rivais do Acre ficaram numa chave bem mais fácil. A bola ficou mais pesada para os atletas da São Lucas, Metropolitana e Dal Molin.

 

Liberado

 

Boa a notícia no Diário de hoje, dando conta de que as máquinas para competição em duas rodas poderão finalmente ser importadas com isenção de impostos. A Federação de Motociclismo de Rondônia comemora a conquista como se fosse um grande título. E deve comemorar mesmo. Finalmente prevaleceu o bom senso. Senado, Governo Federal e Receita deram um voto em favor do esporte.

 

Bola fora

 

Quem anda pisando na bola é o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Nuzman. Que rejeitou a “cartilha” de exigências do Ministério dos Esportes para garantia de repasses aos esportes olímpicos. O COB teria que acatar, por exemplo, investimentos em categorias de base de todas as modalidades, além da  manutenção de modalidades e praças esportivas. Mas entendeu que seria pesado demais. Uma responsabilidade que não daria para assumir. Por essas e por outras o Brasil das Olimpíadas não será o Brasil dos esportes olímpicos.

 

Segurança

 

Por falar em Olimpíadas, os limites para alguns esportes começam a ligar o sinal vermelho. A morte do atleta da Geórgia, no luge, em Vancouver, é um exemplo. Após alcançar mais de 140 km/h, o rapaz voou fora da pista gelada e bateu direto num poste. Uma tragédia que apaga um pouco a chama da competição de inverno, e alerta autoridades do esporte sobre os riscos da busca desenfreada pelos recordes e a glória.




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