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Capital

Lama dificulta acesso de moradores

Defesa Civil interditou parte da estrada do Belmont por causa da erosão.

Por Daniela Castelo Branco Diário da Amazônia
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Publicado: 18/04/2017 às 05h00min

Caminhões transportando combustível transitam diariamente na estrada do Belmont

Os moradores do bairro Nacional continuam a reclamar da situação precária da principal via, a estrada do Belmont. No mês passado, a Defesa Civil de Porto Velho interditou o local. A estrada, que é responsável por grande movimentação econômica de Rondônia, ainda continua sendo motivo de muitos problemas e queixas pelos moradores.

Crateras cada vez maiores e poças de lama que deixam a via quase intrafegável são as principais reclamações da população. Situação que acaba oferecendo perigo para quem passa pela estrada. Além disso, o risco de atoleiro é quase eminente. Outro problema relatado pelos moradores é a constante falta de energia na localidade e falta de segurança.

Franciano Oliveira Batista, de 21 anos, além de ser morador do Nacional, trabalha em uma empresa de segurança e todos os dias têm que passar pela estrada de bicicleta. Além de se sujar muito, ele diz que já não aguenta mais a situação caótica. “Passo todos os dias aqui e cada vez mais essa estrada piora. Já cheguei a ficar atolado várias vezes, sem conseguir passar e não consegui nem ir trabalhar. Eu ouvi falar que o pessoal do Departamento de Estradas e Rodagens e Transportes (DER) prometeu asfaltar aqui, mas até agora só vieram para passar a patrol aqui, mas ficou a mesma coisa”, alega Franciano.

Davi de Paula, 40 anos, trabalhador de hortifrúti e morador também do bairro Nacional, acabou de sofrer um acidente na estrada. Sua moto derrapou na lama e acabou caindo por cima dele. Davi teve uma luxação séria no tornozelo e um ferimento profundo na palma da mão. “Essa estrada tá feia! Está nessa situação há mais de 10 anos e ninguém sabe de nada. Ninguém vem nos falar nada, de nenhuma providência a ser tomada. Já é a segunda vez que caio aqui. Quase que quebrava o pé agora! A moto caiu bem em cima do meu pé. Já fiquei atolado e já teve vez que nem consegui passar. De carro mesmo, tem época, que ninguém passa”, conta Davi.

Matéria completa acesse: Edição Digital

 


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