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Silvio Santos

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Publicado: 21/04/2017 às 06h30min

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Lenha na fogueira

­Desde a última segunda-feira que a Jória Lima é a adjunta da Funcultural de Porto Velho. Quer dizer, substituta eventual do presidente..

Por Silvio Santos

­Desde a última segunda-feira que a Jória Lima é a adjunta da Funcultural de Porto Velho. Quer dizer, substituta eventual do presidente Ocampo Fernandes. É mais uma ex-presidente que volta a entidade em cargo de direção, o primeiro foi o Altair dos Santos Lopes – Tatá, que foi presidente da Fundação Iaripuna no governo de Roberto Sobrinho.

Jória foi a primeira presidente da Funcultural na gestão do prefeito Mauro Nazif e agora está de volta sob o comando do governo dos tucanos.

Essa política apartidária dentro da Funcultural é legal. O que não está legal é o marasmo que se observa na realização de eventos culturais pela entidade.

Não sei se estou enganado, mas nessa gestão o que a Funcultural realizou foi apenas a festa de aniversário do município (2016) e nada mais, nem mesmo se envolveu nos desfiles carnavalescos dos blocos de trio elétrico.

Aliás, no carnaval a única coisa positiva foi a Corte do Rei Momo, pois, até o Baile Municipal foi apenas um evento carnavalesco em praça pública, por sinal, muito mal organizado.

Ainda assim a Corte do Rei Momo de “Corte” não tinha nada, faltou o arauto, o bobo da corte, o tocador de clarim e o tocador de caixa, quer dizer, faltou a “Corte”.

Não contribuíram com nada em se falando de blocos de trio elétrico, mas tentaram impor algumas exigências descabíveis, como carro Trio Elétrico para o prefeito e seus correligionários.

Prometeram realizar os desfiles das escolas de samba no carnaval tradicional e não conseguiram e ainda colocaram a culpa nas escolas de samba, divulgando que só não realizaram os desfiles, porque as escolas estão inadimplentes (o que é verdade), as escolas não, a Federação da categoria. O que aconteceu foi que não publicaram o Edital de Chamamento Público em tempo hábil. Um assessor que já saiu da equipe da Funcultural, me ligou informando que ele aprontou toda documentação relativa a realização dos desfiles das escolas de samba em janeiro, era só encaminhar. “E eles não encaminharam”, disse o ex-assessor!
Me apontem qual outra ação de impacto realizada pela Funcultural nesses CEM dias de governo?

O interessante é que a Funcultural que tem como objetivo incentivar, apoiar e realizar eventos culturais, alega falta de recursos para mostrar trabalho na sua área.

Enquanto a Semdestur vem promovendo eventos com a participação de grupos folclóricos, músicos de modo geral e grupos de teatro. Assim foi na reinauguração do Mercado do Peixe e assim será amanhã na inauguração do CEU da zona Leste.
O secretário Júlio César está convidando a população para assistir show de grupos de dança, fanfarra, teatro e até a escola de samba Acadêmicos da Zona Leste vai se apresentar. Dizem que a programação do Mercado Cultural tem que passar primeiro pela Semdestur;

Enquanto isso, a Funcultural o mais que fez, depois da festa do aniversário de Porto Velho em 2016, foi CANCELAR OS DESFILES DAS ESCOLAS DE SAMBA. Se tem mais alguma ação, me avisa Buchada!

Vamos dar a César o que é de César: A Funcultural está de parabéns quanto a manutenção do complexo da Madeira-Mamoré.

Num prazo máximo de 60 dias o município de Porto Velho poderá começar as obras de revitalização e adaptação do chamado Prédio do Relógio, para onde será transferida a sede da prefeitura. Na manhã desta quinta-feira (20), durante audiência no gabinete do prefeito dr Hildon Chaves, o governador Confúcio Moura assinou um documento transferindo para o município a preferência pelo imóvel, construído na confluência das avenidas Farquar com Sete de Setembro ao final dos anos 40 e inaugurado em janeiro de 1950.


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sobre Silvio Santos

Jornalista. Atualmente é editor do caderno de Cultura do jornal Diário da Amazônia. É um apaixonado pela Cultura de Porto Velho. Mantém uma coluna diário no jornal Diário da Amazônia. Conhecido carinhosamente por Zé Katraka.

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