CAPITAL - 21 de dezembro de 2012 - 8h32

Número de acidentes tem queda na Capital

Número de  acidentes tem queda na CapitalMesmo com o aumento do número de veículos em Porto Velho, o registro de acidentes vem reduzindo nos últimos anos. Esta “vitória” dos agentes de trânsito, segundo o comandante em exercício da Companhia Especial de Trânsito da Capital, tenente PM Renato Canhoni Suffi, “deve-se a uma estratégia adotada para compensar a falta de efetivo – “que é diminuto” – baseada em estatísticas que apontam os pontos críticos para ocorrência de acidentes. Assim, como em 40% dos desastres há o envolvimento de motocicletas, foi desenvolvida a operação ‘Cavalo de Aço’, com abordagens só para este tipo de veículo. Já a operação ‘Lei Seca” combate a embriaguez ao volante.

Adotada recentemente na Companhia de Trânsito de Porto Velho, a elaboração de estatísticas da violência do trânsito indicam uma redução do número de acidentes e de óbitos. Em 2010, foram registradas 116 mortes; em 2011, 96 e em 2012, até o dia 19 deste mês 75 pessoas perderam a vida em acidentes na Capital. O número de ocorrências também diminuiu. De janeiro a novembro de 2011, a Cia de Trânsito registrou 6.785 acidentes e neste ano, no mesmo período, foram registrados 5.977 acidentes.

O número de veículos registrados em Porto Velho era de 60.876 mil em 2010, subiu para 187.889 em 2011 e 215 mil em 2012, sendo que destes 40% são motocicletas. O tenente PM Suffi acompanha semanalmente o número de vítimas do trânsito internados no Pronto Socorro João Paulo II em Porto Velho, que vem diminuindo em uma média de 50%. “Esta é uma grande vitória para toda a sociedade e representa uma economia considerável de recursos destinados à saúde”, considera o militar.

INABILITADOS

O maior causador de acidentes em Porto Velho continua sendo a falta de habilitação e também de bom senso e cuidado com a vida do próximo e com a própria vida de motoristas que dirigem sem cuidado. Neste ano, 400 pessoas inabilitadas foram notificadas pela PM na Capital. O comandante interino da Cia de Trânsito Renato Suffi considera que não é possível aos agentes estarem em todos os lugares e em todas as horas para fiscalizar. “O problema da violência no trânsito só será resolvido com educação e consciência de quem dirige”, afirma ele.

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