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Substituição de pontes de madeira continua

O trabalho faz parte do Programa Municipal de Substituição de Pontes de Madeira que foi iniciado no ano de 2013.

Por Assessoria
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Publicado: 13/09/2017 às 07h10min

Estratégia é mais viável pelo custo-benefício à gestão

Somente neste ano de 2017, a prefeitura de Ji-Paraná já substituiu 36 pontes e pontilhões de madeira na área urbana e rural da cidade por tubos armicos, de ribiloc e por bueiros de concreto. Até o último levantamento, em agosto, haviam sido instalados mais de 650 metros de tubos, distribuídos em diversos bairros e setores rurais do município. O trabalho faz parte do Programa Municipal de Substituição de Pontes de Madeira que foi iniciado no ano de 2013.

O Programa é desenvolvido em duas frentes, sendo uma com a Secretaria de Obras com a construção dos bueiros e instalação de tubos e, a outra, coordenada pela Secretaria Municipal de Planejamento, com a contratação de galerias de concreto armado.
Conforme o secretário de Obras, Milton Felix, somente nos últimos meses foram instalados tubos na rua T-18 entre Cruzeiro do Sul e Plácido de Castro; rua T-11 com Brasileia; rua Rio Madeira entre Porto Velho e Capitão Silvio; rua Albino Becker com Olavo de Oliveira e na área rural nas linhas 4 e 8 na estrada do Km 09, linha 12 do setor Itapirema e nas linhas 74 e 82 no setor Riachuelo.

“É um trabalho importante que contribui para manter as vias trafegáveis por um período mais duradouro. Em alguns casos, a instalação dos tubos proporcionou a abertura total da rua como, por exemplo, no bairro São Bernardo, onde assim que o trabalho for concluído estaremos ligando os bairros São Bernardo com o Aurélio Bernardi através da rua Albino Becker”, explicou Félix.

O prefeito Jesualdo Pires enfatizou que o trabalho de substituição de pontes de madeira possui outro fator relevante que é o custo-benefício à Administração Pública. “Os tubos armicos e de ribiloc possuem uma durabilidade muito maior, quando comparados à madeira. As pontes de madeiras requerem manutenção constantemente. Já os tubos garantem muitos anos sem apresentar problemas”, explicou. (AI)



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