porto velho - ro, 19 Julho 2019 12:49:03

Carlos Sperança

coluna

Publicado: 27/05/2019 às 09h50min

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A Amazônia foi escolhida para deixar de ser uma poupança

Para vencer o suicídio O Brasil parece viver uma espécie de “suicídio em câmera lenta” por conta de uma exaustão do setor público..

Para vencer o suicídio

O Brasil parece viver uma espécie de “suicídio em câmera lenta” por conta de uma exaustão do setor público em atender a população, disse o economista Fábio Giambiagi, do BNDES, em recente evento.

Parece novidade, mas ele vem repetindo isso há vários anos. Governante algum pode alegar ignorância quanto a isso, a menos que prefira se desinformar em tóxicas redes sociais, desprezando a imprensa profissional, à qual maliciosamente atacam ao ser apanhados em erros ou crimes. Sem conseguir atender à população em suas demandas, o mandato sempre dará em perda de popularidade e isso não é culpa da imprensa.

Na tentativa de reverter à situação, a Amazônia foi escolhida para deixar de ser uma poupança para as gerações futuras e virar o dinheiro da família no pote da cozinha, onde cada parente mete a mão para custear as despesas do dia a dia. Só que a Amazônia lida com trilhões em potencial e não se pode deixar tudo isso num pote onde todos podem pôr a mão até quebrá-lo.

Muitos afoitos criminosos não miram desenvolvimento sustentável nem elevar a renda dos povos. Disciplinar com qualidade o aproveitamento dos recursos da floresta é um dos ingredientes da receita que salvará o Brasil do suicídio atual.

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Boas relações

Participando da sessão itinerante da Assembléia Legislativa em Jipa, o governador Marcos Rocha (PSL) deu a impressão que já esta pulando cirandinha com o Poder Legislativo. Rocha  chegou a elogiar a conduta do presidente da Casa de Leis Laerte Gomes (PSDB). E sobre o pedido de impeachment que foi aberto no Legislativo? Nada foi dito, nada foi lembrado…

As manifestações

No campo político, o final de semana foi marcado pelas manifestações pró-Bolsonaro e o pacote anticrime do ministro da Justiça Sérgio Moro em alguns estados. Foram atos nacionalistas com os brasileiros vestindo verde-amarelo, como ocorreu na campanha 2018. A estratégia dividiu opiniões no próprio meio governista, já que boa  parte do Planalto achava desnecessária.

Construção civil

Depois de quatro anos em queda live, pela primeira vez a construção civil deu sinais de recuperação em Porto Velho. Teve balanço positivo em contratações de operários com carteira assinada puxadas pelos recentes emprendimentos imobiliários lançados e já em andamento na região central, na Zona Leste, na Zona Sul e na Zona Norte da capital rondoniense.

A migração

Também faz parte desta recuperação da construção civil, a migração de lojas e pontos comerciais do centro histórico casos das Avenidas Sete de Setembro, Carlos Gomes e Pinheiro Machado notadamente por falta de vagas de estacionamento para regiões de expansão da cidade para outros bairros. As mudanças ensejam reformas de pontos comerciais alugados  ou até da construção de sedes próprias.

Maus lençóis

Em situação preocupante diante da justiça, o ex-senador Valdir Raupp, ao lado de outros raposões de seu partido teve os bens bloqueados e tem a Lava Jato no pé. Um ano terrivel para o ex-governador que chegou a atingir importantes cargos nacionais, como a presidência nacional do MDB, onde teve um entrevero com Temer (então vice-presidente e presidente titular do partido) na divisão do butim do fundo partidário.

Via Direta

*** A competencia de alguns grupos locais alavanca o crescimento mesmo em tempos de crise *** Algumas renomadas marcas de lojistas, caso da Dismonza, esta lançando mais uma unidade, agora na Avenida Jatuarana *** Só o que desanda  mesmo  em P. Velho é o centro histórico que precisa ser revitalizado *** No interior, o setor hoteleiro mais uma vez comemorou sucesso total com o evento Rondonia Rural Show ***E chegou a faltar vagas (de novo) nos hoteis da capital da BR.  


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