porto velho - ro, 21 Julho 2019 12:28:54

Carlos Sperança

coluna

Publicado: 14/03/2019 às 09h10min

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A censura, a violência ao contrário, escravizam e atrasam

A verdade liberta O ano de 2019 é dedicado ao explorador Alexandre von Humboldt mais pelo que ele revelou sobre partes do mundo e da..

A verdade liberta

O ano de 2019 é dedicado ao explorador Alexandre von Humboldt mais pelo que ele revelou sobre partes do mundo e da Amazônia do que pelo que poderia ter descoberto no Brasil, pois foi escorraçado do nosso território ao chegar pela Venezuela, sob suspeita de que seria um “espião”.

Felizmente, o vexame de negar a um dos mais importantes sábios de toda a história humana a oportunidade de estudar nossa realidade, sem custos, já que ele bancou toda a expedição, não o impediu de ter legado ao mundo as bases de duas ciências físicas que atualmente estão no cerne das preocupações de cada habitante do planeta: a geografia e a meteorologia.

A globalização e seu suspeito irmão globalismo, o clima e sua irmã malvada insustentabilidade ocupam a cada minuto corações e mentes em todos os continentes. São desdobramentos dos conceitos deixados por Humboldt de que na natureza tudo tem consequências por se ligar em redes, estender-se e influenciar os arredores, sem respeitar fronteiras e melindres ideológicos.

É um grave erro impedir cientistas de investigar, duvidar do estabelecido e pôr abaixo crenças que a realidade já não comporta. Na ciência e na religião há um fundamento comum e unificador: a verdade liberta. A censura, a violência ao contrário, escravizam e atrasam.

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Uma insurreição

Um grupo de vereadores quer se adonar da prefeitura de Porto Velho. Os pilantras desejam trocar secretários e todos os comissionados de acordo com seus interesses que vão desde vender agulha a avião. Usaram desde pau mandado para pedido de impeachment até ameaças de sabotar os projetos importantes do executivo municipal. Hildon Chaves precisa ressistir a esta gang de “milicianos”

Gente, aí tem!

Cutucadas daqui, comparações dali com a gestão do governador Marcos Rocha (PSL), o ex-governador Confucio Moura (MDB), El Carecón, ora instalado no Senado, começa a dar pinta que deseja voltar ao comando do CPA em 2022. Confúcio tem sido imbativel nas ultimas duas décadas, mas em outubro passado derrapou e quase perdeu a cadeira para o vilhenense Bagatoli.

Nanicos retraídos

Passadas as eleições de outubro do ano passado, os partidos nanicos seguem retraídos. Ninguem ouve mais nada de Pimenta de Rondônia (PSOL), Aluizio Vidal (Rede) e do Partido Novo. Até o PT, conhecido pela regularidade da sua militância para discutir propostas em exaustivas reuniões paralisou tudo depois da derrota de Haddad no pleito passado, e aidna esta lambendo as feridas da derrota.  

Melhor indice

A oposição joga pedras, os não aquinhoados com cargos públicos ou com negócios com a máquina governamental gritam e esperneiam, mas o governador Marcos Rocha (PSL) tem mantido o melhor indice dentro das exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal na região Norte, algo em torno de 42 por cento dos gastos com pessoal. E junto com o Espirito Santo, Rondônia esta entre os dois estados melhores mais enxutos do País.  

Plano Diretor

Seguem as reuniões para as tratativas do Plano Diretor de Porto Velho, cuja revisão é uma exigência do Ministério das Cidades, a cada dez anos, sob pena de cortes de verbas oficiais. A respeito do documento ainda não vi propostas para resolver os problemas relacionados às invasões à margem esquerda do Rio Madeira. Como se sabe, além da Vila do Dnitt, outros bairros, frutos de invasões despontaram nos últimos anos naquelas bandas.

Via Direta

*** Os venezuelanos continuam chegando em Rondônia, mas os estados que mais recebem os imigrantes ainda são o Rio Grande do Sul, Paraná, Amazonas, Santa Catarina e São Paulo *** Sem emprego e com os salários atrasados, os funcionários dos Supermercados Gonçalves vivem um clima de terror *** Com as asas crescidas, mais um deputado estadual, Eyder Brasil (PSL) quer entrar na peleja pela prefeitura de Porto Velho *** Os militares apostam que a onda Bolsonaro ainda estará viva até as 2020.Será?


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