Porto Velho/RO, 11 Dezembro 2019 19:20:18

    CarlosSperança

    coluna

    Publicado: 26/11/2019 às 08h41min

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    A reposição de boas lideranças políticas em Rondônia está difícil

    O Dia da Caça Se não fosse por um acidente em que fraturou o quadril, poucos saberiam que o então rei Juan Carlos I da Espanha gostava..

    O Dia da Caça

    Se não fosse por um acidente em que fraturou o quadril, poucos saberiam que o então rei Juan Carlos I da Espanha gostava de caçar elefantes em Botsuana, África. Há pouco, o príncipe britânico William levou o filho George, de cinco anos, para aprender a caçar em companhia da rainha Elizabeth II. Consta que o guru da família Bolsonaro, Olavo de Carvalho, adora caçar ursos para fazer churrasco.

    O sofisticado charme das caçadas, entretanto, causa tristeza a muita gente da plebe e das classes médias. Caçar bichos por esporte em tempos de veganismo radical e havendo sistemas de abate tidos por humanitários ou religiosos não é um bom jeito de fazer amigos e influenciar pessoas. Prova disso é que a lei mais infeliz do ano, o “Dia do Caçador, Atirador e Colecionador Esportivo”, iniciativa do deputado estadual Roberto Cidade (PV) aprovada pela Assembleia Legislativa do Amazonas, encontrou seu “Dia da Caça” no veto do governador Wilson Lima. 

    Com o Brasil em frangalhos e os estados e municípios quebrados, os parlamentares se dedicam a investigar o sexo dos anjos, a quadratura do círculo e criar dias festivos e comemorativos. Logo estarão criando o Dia da Tragédia Anunciada, para o qual a única dúvida será a data, já que nos anos bissextos acontece algum desastre em cada um dos 366 dias do ano. Nos demais, apenas 365.

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    Nossos prefeitos

    Vários ex-prefeitos de Porto Velho, com exceção de Jerônimo Santana, tentaram galgar o governo do estado nas últimas décadas, mas se deram mal, mesmo com expressivas votações na capital. São os casos de José Guedes, o falecido Chiquilito Erse e Carlinhos Camurça, prejudicados pelo bairrismo do interior onde estão quase dois terços do eleitorado rondoniense, majoritariamente formados por migrantes paranaenses, gaúchos, capixabas, mineiros e baianos.

    Força do interior

    Já, ex-prefeitos do interior rondoniense, impulsionados pelo bairrismo e sem sofrer discriminação do eleitorado na capital, se deram bem nas disputas pelo então Palácio Presidente Vargas. São os casos de Valdir Raupp e Ivo Cassol (Rolim de Moura), José Bianco (Ji-Paraná) e Confúcio Moura (Ariquemes). Quase todos também foram – no caso de Confucio continua – eleitos ao Senado. Prefeitos bem avaliados sempre têm boas chances na peleja estadual.

    A desmoralização 

    Antevendo a completa desmoralização do PSL com o caso das candidaturas laranjas, mais o envolvimento de dirigentes nacionais, como o próprio mandatário Luciano Bivar em casos de corrupção, o presidente Jair Bolsonaro criou um novo partido para chamar de seu que, é a Aliança Pelo Brasil. Não demora o PSL habitado por muitos pilantras estica o bico, com o clã Bolsonaro salvando sua reputação – que já não é das melhores.

    As conversações

    Nos bastidores políticos da capital se propala que foram iniciados entendimentos entre dois grupos políticos a sucessão do prefeito Hildon Chaves (PSDB). Estariam na mesa das negociações os deputados federais Leo Moraes (Podemos) e Mauro Nazif (PSB), que são considerados possiveis candidatos.  Pelo acordo, um deles deixaria de concorrer e indicaria o vice do outro, conforme as primeiras informações. 

    As semelhanças

    Existem semelhanças no comportamento entre os ex-presidentes do Brasil Lula da Silva e o da Bolivia Evo Moraes. Ambos, para efeito externo, jogando para a platéia, falam de paz, em amor e perdão. Mas nos bastidores destilam ódio. Evo  tentando jogar os índios dos altiplanos para uma guerra civil no vizinho País, Lula atirando os movimentos sociais nas ruas contra o governo Bolsonaro, além do feroz desejo de vingança contra Moro e Dallanhol.

    Via Direta

    *** Como esta dificil a reposição de boas lideranças políticas em Rondônia*** As lideranças mais antigas vão se despedindo, pendurando as chuteiras, mas o estado não tem produzido nomes à altura nas esferas estaduais e federais*** Lembrando que até hoje a Assembléia Legislativa não conseguiu formar uma legislastura mais brilhante do que a primeira eleita em 1982*** Trocando de focinho para tomada: o ano que vem é de renovação dos cargos de prefeitos e vereadores*** Poucos mandatários emplacam a reeleição, conforme recentes sondagens eleitorais*** A confiança do eleitorado na classe política tem caido ano após ano*** E deixou o plano terrestre o jornalista Euro Tourinho, com quase 100 anos de idade, muito querido pela classe jornalistica em todo estado*** Vitima de pneumonia, Euro deixa um   raro legado de honradez e credibilidade.


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    sobre Carlos Sperança

    Um dos maiores colunistas político do Estado de Rondônia. Foi presidente do Sinjor. Foi assessor de comunicação do governador José Bianco entre outros. Mantém uma coluna diária no jornal Diário da Amazônia.

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