Porto Velho/RO, 04 Abril 2020 09:53:16

LéoLadeia

coluna

Publicado: 04/04/2020 às 09h52min | Atualizado 04/04/2020 às 09h53min

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Brasil ficou dependente do desserviço prestado pelas redes sociais

Frase do dia “Ninguém tutela o presidente.” – General Eduardo Villas Boas 1-Comunicação alternativa  Tenho restrições às redes..

Frase do dia

“Ninguém tutela o presidente.” –General Eduardo Villas Boas

1-Comunicação alternativa 

Tenho restrições às redes sociais. O desserviço prestado é maior que o que é entregue. Defendo, porém, que existam e livres de amarras, mas o Brasil ficou muito dependente delas. Pior, posts vetados ao sabor do invisível “Sheriff da Rede”, num descrédito para autoridades e instituições, como coisa comum. Ainda que a causa seja nobre, vejam o comunicado da “Rede”: “O Twitter anunciou recentemente em todo o mundo a expansão de suas regras para abranger conteúdos que forem eventualmente contra informações de saúde pública orientadas por fontes oficiais e possam colocar as pessoas em maior risco de transmitir Covid-19”. Como ficará a autoridade se o seu post for deletado, como ocorreu com Bolsonaro – por não ter passado pelo crivo “sheriff”? Creio que a via oficial é a imprensa tradicional, pois uma coisa é uma coisa e a outra você sabe… 

2-Grossura dispensável

Como aliado, jamais alienado, observo o que se passa com. Ao dizer que o ministro Mandetta ‘extrapolou e que deve ser humilde”, demonstrou que está nas cordas. Ora, ministros são todos demissíveis “ad nutum” – talvez não Guedes, Moro e agora o Mandetta – sem que seja preciso fritar ou humilhar publicamente. Conheço seu linguajar rude, mas ontem Bolsonaro extrapolou sendo até desleal ao submeter um médico e seu Ministro de Estado à humilhação pública por discordar do que reza a ciência médica, o que é inaceitável. Pelo andar da mula veia as máscaras serão substituídas por mordaças. Menos barulho, mais trabalho, mais ciência e mais resultados.  

   3-Cupins de Brasília 

Retorno ao tema batucando a mesma tecla pelo absurdo que representa. A elite do setor público que nada produz a não ser leis, decretos, normas e o escambau, está dando uma de gato morto. Empresas, empresários, trabalhadores inclusive no serviço público estão bancando o custo da crise com empregos suprimidos, empresas quebradas um futuro incerto e tudo ao mesmo tempo agora, mas nada se fala em termos de corte. Salários, ajudas, verbas de gabinete, estão como sempre. Para se ter uma ideia o país gastou R$928 bilhões com servidores em 2019 e estão intocados R$2 bilhões para uma eleição que pode nem ocorrer. O único sacrifício é ficar longe das noites de Brasília. E os cupins da república continuam atacando. Gordos e improdutivos.

4-O grande mentiroso

      

O que surgiu de “fiscal do povo, justiceiro do povo, amigo do povo, defensor do povo”, fazendo campanha aberta para as próximas eleições, não está no gibi. Pintou fila, buraco, alagação e lá estão eles. Celular fazendo lives, língua afiada para o discurso vazio e solução fácil e, apenas para variar, inexequível. Nem param para falar de projetos e pedir votos. Bastam os views e likes na rede social que conta com zilhões de seguidores e visualizações. Sem projetos, sem cultura, dão voz ao povo  com justa razão insatisfeito, muda o foco, sorri e “pau no prefeito”. Se você tem paciência ou quer mostrar que “bomba na rede” siga o mentiroso e divulgue. Seja um otário a seu serviço. Mas na hora de votar escolha outro. Administração não se faz pelo facebook.   

5-Dinheiro chegando

No Brasil quase todo mundo tem um telefone celular e poucos têm telefones fixos. Ocorre que para habilitar-se a receber o auxílio-emergencial de R$600,00 você tem que acessar um site do MDS (https://aplicacoes.mds.gov.br/sagi/consulta_cidadao/) – continua instável – e aí é preciso ter um computador ou smartphone ou usar uma Lan-house que estão fechadas. Se você não tem nada disso a solução é para o 0800-707-2003 e aqui a porca torce o rabo. Pouca gente tem um telefone fixo e existem poucos orelhões nas ruas. Pobre é como cachimbo só leva fumo.   

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sobre Léo Ladeia

Leo Ladeia é baiano de Itororó, torcedor do Bahia ou um pau rodado que apoitou por aqui. Começou como radialista na Rádio Vitória Régia aos 55 anos. Apresentou o programa Lendas do Rock na rádio Parecis. Na SIC TV como aqui no Gente de Opinião Léo Ladeia fez de tudo. Astronauta, boy, pintor, poeta e pedreiro. Mutante, gosta de experimentar e de desafios, atualmente Ladeia está trabalhando no Rede TV Rondônia, canal 17,do Sistema Gurgacz de Comunicação.

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