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Brasil registra maior incidência de raios no começo de 2021

Fenômeno La Niña está influenciando a formação de mais descargas elétricas no país desde setembro do ano passado

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Publicado: 23/02/2021 às 13h11min

Distrito Federal vem se destacando em relação à quantidade de raios
Ueslei Marcelino/Reuters

As tempestades que estão atingindo diversas regiões do Brasil neste verão estão deixando as pessoas com a impressão de que há uma grande quantidade de raios atingindo as cidades brasileiras.

De acordo com Osmar Pinto Jr., coordenador do Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT/INPE), está, realmente, sendo observado um aumento na incidência de raios no país neste início de 2021, e isso está relacionado a uma determinada situação climática. “O La Niña, fenômeno que vai até março deste ano, está fazendo com que haja um aumento de raios nos meses de janeiro e fevereiro”, afirmou.

O Distrito Federal é uma região que vem se destacando em relação à quantidade de descargas elétricas que têm origem nas tempestades. “A incidência de raios naquela região está acima do normal. No mês de janeiro, por exemplo, verificamos mais de mil raios em um só dia”, destaca o especialista.

O coordenador afirma que o La Niña, que começou em setembro de 2020, não afeta o Brasil de uma maneira uniforme. “O fenômeno está sendo observado principalmente na região Norte e em partes das regiões Nordeste e Centro-Oeste. No Sul e no Sudeste o La Niña não promove tantas alterações climáticas”, observa.

As tempestades que estão atingindo diversas regiões do Brasil neste verão estão deixando as pessoas com a impressão de que há uma grande quantidade de raios atingindo as cidades brasileiras.

De acordo com Osmar Pinto Jr., coordenador do Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT/INPE), está, realmente, sendo observado um aumento na incidência de raios no país neste início de 2021, e isso está relacionado a uma determinada situação climática. “O La Niña, fenômeno que vai até março deste ano, está fazendo com que haja um aumento de raios nos meses de janeiro e fevereiro”, afirmou.

O Distrito Federal é uma região que vem se destacando em relação à quantidade de descargas elétricas que têm origem nas tempestades. “A incidência de raios naquela região está acima do normal. No mês de janeiro, por exemplo, verificamos mais de mil raios em um só dia”, destaca o especialista.

O coordenador afirma que o La Niña, que começou em setembro de 2020, não afeta o Brasil de uma maneira uniforme. “O fenômeno está sendo observado principalmente na região Norte e em partes das regiões Nordeste e Centro-Oeste. No Sul e no Sudeste o La Niña não promove tantas alterações climáticas”, observa.

(R7)



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