Porto Velho/RO, 09 Abril 2020 17:49:03
Cidades

Cabeleireiros realizam petição para volta de atendimento

Assim como todas as profissões eles são essenciais e indispensáveis em nossa economia. O Brasil ocupa hoje o 7° lugar entre os países..

Por Redação Rede TV
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Publicado: 03/04/2020 às 16h13min | Atualizado 09/04/2020 às 17h48min

Assim como todas as profissões eles são essenciais e indispensáveis em nossa economia. O Brasil ocupa hoje o 7° lugar entre os países mais vaidosos do mundo. São mais de 600 mil salões espalhados por todo o território nacional, segundo dados do Sebrae.
Esses números revelam que o mercado da beleza e estética hoje é um dos mais promissores do país. E não importa a época ou estação do ano esse mercado não é sazonal, com a chegada da pandemia do coronavírus a maioria dos estabelecimentos fecharam suas portas em respeito aos decretos instituídos mas os prejuízos vieram em grande escala.
No Brasil metade dos salões cerca de 48% dos existentes são informais, eles foram os mais atingidos com essa crise. Para tentar reduzir os impactos e evitar o desemprego em Ji-Paraná eles escolheram cerca de 100 assinaturas a Vigilância Sanitária pedindo a flexibilização para o retorno das atividades.
A petição entregue a Vigilância Sanitária os profissionais apresentaram propostas e estratégias que serão implementadas em todos os estabelecimentos, buscando resguardar a vida dos profissionais e dos clientes.
Para eles o setor de beleza cumpriu a risca o fechamento dos estabelecimentos por 15 dias segundo o decreto municipal. Porém alguns estabelecimentos são em prédios alugados e sem renda não conseguem pagar o aluguel e nem os fornecedores. Todos estão dispostos a cumprirem as diretrizes da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde só não querem permanecer de portas fechadas.
O comércio continua de portas fechadas e a vigência do decreto municipal encerra hoje e suspende as atividades por 15 dias. Esbarra agora em uma ação da justiça que suspendeu o decreto estadual prorrogando por mais 15 dias o retorno das atividades. Só em Ji-Paraná 50 mil empregos estão ameaçados.

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