Porto Velho/RO, 03 Abril 2021 09:40:57

JoséLuiz

coluna

Publicado: 03/04/2021 às 06h00min | Atualizado 03/04/2021 às 09h40min

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Coluna Campo & Lavoura

Um negociante…!  Napoleão Bonaparte, estadista Frances (1796/1821) frisava que, “o líder é um negociante da esperança”. Esta..

Um negociante…! 

Napoleão Bonaparte, estadista Frances (1796/1821) frisava que, “o líder é um negociante da esperança”. Esta na hora do Brasil descobrir um líder que possua condições morais para cativar o sentimento de uma sociedade à beira do desespero. Que tenha humildade de aceitar às criticas, entenda a força dos desafios e planeje soluções, dividindo e decretando responsabilidades. Um líder não estimula divisões, pelo contrário agrega valores num momento histórico sem precedentes como este que atravessamos, com mais de 14 milhões de pessoas desocupadas sobrevivendo abaixo da linha da miséria, tendo puro e tão somente o agronegócio oferecendo uma luz no final do túnel. 

Não repetirá 

Ausência de chuvas no período do plantio, excesso de águas, na época da colheita da soja em Rondônia, provocará uma queda na qualidade dos grãos, assim como uma baixa em torno de 10% no número de toneladas na safra 2020/2021. A previsão é do engenheiro agrônomo, Robson Rizzon da Central Agrícola em Vilhena, uma vez que Cone-Sul, também o excesso de chuvas prejudicou a colheita. No município de Porto Velho, os produtores rurais enfrentam as mesmas dificuldades dos lavoureiros no Sul do estado.   

Insatisfeitos 

Os produtores de leite em Rondônia, insatisfeitos com o preço do litro do produto R$ 1,20 pago pelos laticínios decidem até segunda-feira (05), se decretam uma greve total ou parcial, uma vez que eles desejam que o litro de leite seja quitado no valor de R$ 1,60, o que os laticínios não aceitam pagar. De acordo com Hélio Dias, presidente da Federação de Agricultura e Pecuária de Rondônia (Faperon), que vem mediando as negociações, os laticínios estão irredutíveis e não concordam com o valor proposto pelos produtores rurais.

Alerta Amarelo! 

A diplomacia americana alertou essa semana que o presidente Joe Bedin, vai endurecer o jogo se o governo brasileiro, não mudar a política de preservação ambiental na Amazônia, combatendo as queimadas e desmatamentos. Antes de assumir o comanda da maior potência do planeta, Joe Bedin fez compromisso público de manter a preservação amazônica, evitando novas derrubadas de matas, assim como evitando a expansão do agronegócio na região. 

Tudo em ordem! 

Os técnicos da Suframa, em Manaus e da Sudam em Belém do Pará, colocam em ordem os últimos detalhes para o encontro dos governadores do Amazonas, Wilson Dias, do Acre, Gladson Camelli e de Rondônia, Marcos Rocha, e outras autoridades agendado para os 19 e 20 de abril na capital amazonense, quando será firmado o consórcio entre os três estados conhecido como AMACRO, beneficiando 32 municípios com projetos técnicos e ambientais. De acordo com informações da assessoria da Suframa, é aguardada a confirmação da presença do vice-presidente da República, Hamilton Mourão. 

Café e peixe 

Os bancos da Amazônia e do Brasil, em Rondônia, mesmo diante da crise política e social que vem afetando a economia em outras regiões, por aqui continuam liberando recursos para implementar a produção de café e peixe, bem como outros setores ligados ao agronegócio. O Secretário de Agricultura, Evandro Padovani aposta no crescimento sustentável da cafeicultura e piscicultura nas áreas cultivadas pelos médios e pequenos produtores rurais. 

Cursos remotos 

Com uma carga horária média de 24 a 32 horas, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) lança a partir de 19 de abril 30 cursos para produtores rurais, com destaque para as boas práticas nas agroindústrias e controle integrado de pragas no cultivo do café e cacau. De acordo com Emerson Lira, superintendente estadual do SENAR, os cursos online ao vivo com quatro horas/diária presenciais visam preparar os pequenos e médios produtores rurais e seus familiares para desenvolver atividades no campo após a pandemia.  

Que tempo são aqueles…! 

Em que não existia liberdade de imprensa e nem o direito de ir vir sossegado, em que os jovens eram considerados subversivos ao defender suas idéias, pontos de vistas assim como cobrar o direito de expressão. No dia 31 de abril completaram-se 57 anos de um evento que marcou na alma a na vida de tantos brasileiros, “A Revolução de 1964”. Oxalá, que aqueles tempos que interromperam o sonho de tanta gente com prisões indiscriminadas, tortura e desaparecimentos, nunca esclarecidos, não voltem mais!!!


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sobre José Luiz Alves

Colaborador do Diário da Amazônia - José Luiz Alves, é jornalista. Apresenta aos sábados das 6h às 8h na Rede Tv Rondônia! o programa Campo e Lavoura, com informações ao homem do campo e produtores rurais, em cadeia com seis emissoras de rádios para todo o Estado de Rondônia.