Porto Velho/RO, 29 Janeiro 2020 18:41:03
    Política

    Combate à corrupção em queda livre no Brasil

    Moro comentou indicadores da Transparência Internacional, que evidencia a queda do Brasil no ranking dos países.

    Por Redação Diário da Amazônia
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    Publicado: 29/01/2020 às 16h44min | Atualizado 29/01/2020 às 18h40min

    \Foto: José Cruz-Agência Brasil

    Indicadores da Transparência Internacional evidenciam que o combate à corrupção no Brasil está em queda livre. No ranking, divulgado na semana passada, feito anualmente entre 180 países, o Brasil caiu uma posição e está em 106º lugar, a pior colocação desde 2012. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, lamentou o resultado do Brasil nos indicadores da Transparência Internacional que medem a percepção sobre corrupção pelo mundo. “Eu vi com certo pesar os resultados dos indicadores da Transparência Internacional, que revelam algo que já vinha de outros anos, apesar de todos os esforços que o Brasil tem realizado contra a corrupção nos últimos anos, é com uma certa tristeza que a gente vê que a percepção pouco mudou”, disse.

    Moro, que participou ontem do laçamento de um canal para denúncias de ilícitos contra administração pública em parceria com a Câmara Internacional do Comércio no Brasil, ressaltou que a percepção de que o combate à corrupção no Brasil se estagnou e mostra que é preciso tomar novas iniciativas na área. “Acho que a reação em relação a esse tipo de pesquisa da Transparência Brasil não deve ser de resignação, deve ser ao contrário, nós percebemos que temos de fazer mais, muito mais”, disse o ministro, acrescentando que é preciso tirar a lição correta desse episódio.

    Moro também avaliou que poucos países no mundo fizeram o que o Brasil fez para diminuir a corrupção, e deu como exemplo, prisões e condenações da operação Lava Jato. O ministro da Justiça elogiou o Congresso com a aprovação de medidas de combate à corrupção e o presidente da República ao lembrar que Bolsonaro rompeu com o loteamento político de cargos na alta administração e que isso justificava a presença dele e de outros ministros técnicos na composição da equipe ministerial.

     

    Com informações da Agência Brasil



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