Porto Velho/RO, 09 Abril 2021 22:32:55

Solano Ferreira

coluna

Publicado: 23/03/2021 às 09h27min | Atualizado 23/03/2021 às 09h40min

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Crédito de quase R$ 2 bilhões é destinado para o setor produtivo de Rondônia

O Banco da Amazônia (Basa) tem para investir este ano no setor produtivo de Rondônia carteiras de crédito que chegam próximo dos R$ 2..

O Banco da Amazônia (Basa) tem para investir este ano no setor produtivo de Rondônia carteiras de crédito que chegam próximo dos R$ 2 bilhões (R$ 1,80 bilhão para ser mais exato). O recurso está assegurado pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) e pela Carteira Comercial da instituição financeira.

Cabe, então, aos empreendedores do setor — seja pequeno, médio ou grande produtor— elaborarem seus projetos a fim de poderem acessar esse dinheiro, importante para o incremento e diversificação da produção e para o fomento do setor que tem garantido o desenvolvimento econômico local.

Do FNO são  R$ 1,5 milhão disponível para crédito de fomento. Outros R$ 300 milhões são recursos oriundos da Carteira Comercial do banco. Esses financiamentos são importantíssimos para o setor, se levarmos em consideração que nos últimos cinco anos o volume de recursos acessado pelo produtor rural do estado junto ao Basa, foi de R$ 5,7 bilhões.

Em tempos de pandemia ou não, isso faz toda a diferença, pois para o empreendedor rural, essas linhas de créditos são a garantia de que eles não ficarão sem recursos na hora que necessitarem. Basta para isso, elaborarem seus projetos e apresentarem para a análise do banco.

Daí a importância do Protocolo de intenções assinada, ontem, pelo governo do estado e pelo Basa que visa a disponibilização desses recursos ao setor produtivo do Estado. Com esse incentivo ganham todos. Ganha o banco que mantém sua vocação de desenvolver a região amazônica, razão pela qual foi criado.  Ganha o estado, com o apoio ao setor, pois assim fortalece a nossa economia. Ganham os empreendedores rurais, que terão a garantia do socorro financeiro e ganha também, a população que é quem consome a produção do campo.


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