Porto Velho/RO, 25 Janeiro 2020 01:24:00
    Serviços

    Ecoporé e Inpa buscam implementar novas SAFs

    A equipe da ONG Ecoporé e o Instituto de Pesquisa da Amazônia (Inpa) visitaram entre os dias 14 e 18 de julho, cinco áreas rurais..

    Por Diário da Amazônia
    A- A+

    Publicado: 30/07/2014 às 17h18min

    A equipe da ONG Ecoporé e o Instituto de Pesquisa da Amazônia (Inpa) visitaram entre os dias 14 e 18 de julho, cinco áreas rurais cadastradas no projeto Viveiro Cidadão, desenvolvido pela instituição e patrocinado pela Petrobras.
    O objetivo foi acompanhar as ações da Ecoporé junto aos produtores, principalmente na área de Sistemas Agroflorestais (SAFs), e identificar as principais dificuldades encontradas por eles na manutenção destes sistemas.
    Os SAFs são consórcios de culturas agrícolas com espécies arbóreas que podem ser utilizados para restaurar florestas e recuperar áreas degradadas. A tecnologia ameniza limitações do terreno, minimiza riscos de degradação inerentes à atividade agrícola e otimiza a produtividade a ser obtida.
    A utilização de árvores é fundamental para a recuperação das funções ecológicas, uma vez que possibilita o restabelecimento de boa parte das relações entre as plantas e os animais.
    “No Inpa já existem algumas atividades relacionadas a pesquisas de SAFs voltadas aos pequenos produtores, como por exemplo, no município de Itapoã do Oeste. A intenção foi observar as atividades desenvolvidas pela ONG, além de participar da implementação das outras unidades demonstrativas de SAFs”, disse o técnico do Inpa, Raimundo Cajueiro.
    De acordo com ele o trabalho está sendo conduzido da melhor forma. “Constatamos a implantação de outros plantios de recuperação de áreas degradadas, com grandes variedades de espécies”, relatou. No que se refere às Unidades Demonstrativas, o Inpa auxiliará na proposta de implementação dos SAFs.
    O trabalho será realizado de forma participativa, para que os produtores contribuam não somente com a área a ser trabalhada, mas também na escolha das espécies mais apropriadas. “E desta forma, garantimos a continuidade do trabalho para que estas áreas não sejam abandonadas no futuro”, disse Cajueiro.
    José Maria, pesquisador do Inpa, afirma que o Instituto contribuirá com a troca de conhecimento nesta área, buscando as melhores alternativas e possibilidades do uso de terra.



    Deixe o seu comentário