porto velho - ro, 12 Setembro 2019 17:55:54
    Diário da Amazônia

    Empresas aéreas regionais assumirão vôos abandonados por grandes

    A aviação comercial brasileira será impulsionada com a entrada das pequenas empresas regionais para ampliar as ofertas de linhas e..

    Por Redação
    A-A+

    Publicado: 22/08/2019 às 10h02min

    A aviação comercial brasileira será impulsionada com a entrada das pequenas empresas regionais para ampliar as ofertas de linhas e baratear o custo operacional. Para isso, a Alta (Associação Latino-Americana de Transportes Aéreo) e a Iata (Associação Internacional de Transporte Aéreo), entidades do setor aéreo, estão capacitando pequenas companhias para receberem a certificação de segurança e qualidade internacional o Issa.

    Essa certificação é uma tentativa do setor de impulsionar a baixa capilaridade da malha aérea fazendo com que as empresas aéreas menores possam assumir demandas que as grandes empresas do setor não estão operacionalizando.

    De Rondônia, a Rima (Rio Madeira Taxi Aéreo) já fez oficinas e passará por auditoria para receber a certificação. Outra empresa na mesma condição avançada é a Asta Linhas Aéreas, do Mato Grosso. A Two Flex (de São Paulo) terminou a fase de workshops, já passou pela auditoria externa e terá a certificação em breve. A Abaeté (da Bahia) iniciou o processo.

    O comandante Gilberto Scheffer (diretor da Rima) disse que a empresa foi convidada para fazer parte do Comitê da Alta, a partir de outubro, sendo a primeira empresa do Norte e Nordeste na história que fará parte do seleto grupo. “Os ajustes são amplos, mas a empresa sempre zelou pela qualidade e segurança”, destacou.

    A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) já autorizou a operação em Congonhas/São Paulo das empresas Passaredo e MAP. As duas companhias receberam, ao lado da Azul, os slots, autorizações de pousos e decolagens nos terminais, que pertenciam a Avianca, que suspendeu as operações em maio. Com a decisão, dos 41 slots da Avianca, a MAP vai operar 12; a Azul 15, e a Passaredo ficou com 14. Todos eles, nos horários que eram operados pela Avianca Brasil.



    Escreva um comentário