porto velho - ro, 12 Setembro 2019 18:56:08
    Política

    Enquanto Tomás cura o pisão no dedão, Pereirinha pensa no futuro

    Abalos no fundo Os abalos no Fundo Amazônia vieram da incapacidade de levar adiante o diálogo entre governo, banco gestor e doadores. Um..

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    Publicado: 15/08/2019 às 15h35min

    Abalos no fundo
    Os abalos no Fundo Amazônia vieram da incapacidade de levar adiante o diálogo entre governo, banco gestor e doadores. Um simples e rápido freio de arrumação, limitado ao âmbito do BNDES, bastaria para fazer deste um caso superado.
    Infelizmente a situação se agravou, contra todas as expectativas, uma vez que o país clama pela atração de recursos externos para apoiar seu desenvolvimento, paralisado pelas tensões mundiais e cortes drásticos nos investimentos nacionais.
    A perda dos R$ 155 milhões que não vêm mais da Alemanha, acusada de querer “comprar” a Amazônia, apresentará prejuízos em cascata além do mero valor em reais, piorando a imagem já desagastada do Brasil.
    Como a natureza abomina o vácuo, os governadores da região tomaram a iniciativa de buscar parcerias diretas com doadores para financiar ações de combate ao desmatamento, já que a gritaria negacionista, ao contrário de desmentir, chamou ainda mais atenção ao problema.
    Há um pensamento em curso nos meios empresariais que os fatos vêm confirmando: “Se Brasília não atrapalhar, a coisa anda”. Resta confiar que os governadores conseguirão captar os recursos necessários para combater o desmatamento sem grandes atrapalhos.
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    O que passa?
    O ex-governador tampão Daniel Pereira (Solidariedade) ainda não decidiu seu futuro político no que tange a disputa da prefeitura de Porto Velho. Mas tem estimulado o surgimento de candidaturas em partidos que ele considera aliados do seu. Nos bastidores ele trabalha para uma aliança Solidariedade/PDT/PSB no pleito do ano que vem – e com ele pilotando a coalizão.

    Ainda a recessão
    A recessão ainda esta brava em Porto Velho. As panificadoras que viviam lotadas estão quase vazias. A capital ainda esta longe de retomar a pujança de anos passados nos segmentos hoteleiros e imobiliário, por exemplo. Além disto, a venda de carros usados patina. A mídia do comércio em jornais impressos e eletrônicos, emissoras de rádio e televisão esta em queda livre.

    Os indicativos
    Temos indicativos ruins nas esferas da segurança pública e na saúde para o governador Marcos Rocha em Rondônia e para o presidente Jair Bolsonaro no País. Alguma coisa ainda pelo legado recebido das gestões anteriores e pelos seguidos contingenciamentos de recursos gerados pela recessão econômica e pela queda de arrecadação, de outra parte por estratégias atuais equivocadas.

    A bandidagem
    Uma onda de assaltos a clinicas médicas e odontológicas e escritórios de outros ramos dos profissionais liberais vem ocorrendo na capital rondoniense. A bandidagem esta solta, muitos marginais com tornozeleiras perambulando pela região central e nos bairros, roubando e assaltando, demonstrando a falta de controle do sistema de monitoramento. É a nossa segurança em colapso.

    Dedão pisoteado
    Depois daquele barraco geral da convenção do MDB no ano passado, onde rolou desde pernadas a cadeiradas, o ex-dirigente do partido, o cardeal Tomás Correia sumiu do pedaço. Deve estar ainda curando o dedão pisoteado pelo ex-chefe da Casa Civil Emerson Castro e curtindo mágoa contra o senador Confucio Moura, possível mandante da agressão para tumultuar aquela convenção.

    Via Direta
    *** No interior do estado os municípios, em convênio com o governo estadual estão acelerando os processos de regularização fundiária *** Abandonados à própria sorte, os mendigos, doidos e noiados (drogados) de Porto Velho, fazem ponto nas padarias e restaurantes em horários selecionados *** A estratégia funciona, pois para se verem livres, os comerciantes se veem obrigados a dar alguma coisa para não perder os fregueses habituais *** Acabam fazendo o que as esferas governamentais não estão fazendo.



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