porto velho - ro, 12 Junho 2019 06:46:10
Educação

Estudantes e servidores protestam contra cortes na educação

O protesto contra o bloqueio de recursos para a educação anunciado pelo Ministério da Educação (MEC) recomeçou a partir das 15h desta..

Por Redação
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Publicado: 15/05/2019 às 17h38min | Atualizado 15/05/2019 às 17h41min

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Foto: Roni Carvalho

O protesto contra o bloqueio de recursos para a educação anunciado pelo Ministério da Educação (MEC) recomeçou a partir das 15h desta quarta-feira (15), em Porto Velho.

Além de estudantes da Fundação Universidade Federal de Rondônia (Unir), manifestantes do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (Ifro), faculdades particulares e profissionais da educação se juntaram ao grupo. A concentração ocorreu no prédio da administração da Unir, conhecida como Unir Centro.

Estudantes indígenas chegaram a discursar no início do ato. Uma hora depois, os manifestantes deram início a uma passeata até as Três Caixas D’Água, onde se encontraram com representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Rondônia (Sintero) e outros sindicatos relacionados com educação.

Foto: Roni Carvalho

Na sequência, os manifestantes passaram pela Estrada de Ferro Madeira Mamoré (EFMM) com destino a Avenida Sete de Setembro. No total, o Sintero estima mais de mil participantes e acredita que outras três mil pessoas se junte ao manifesto até o fim do dia.

Durante a manhã, o protesto começou com o bloqueio de alunos da Unir na principal via de Porto Velho. Cerca de 200 pessoas estiveram no manifesto pacífico, segundo o Diretório Central dos Estudantes (DCE). A Polícia Militar (PM) acompanhava o protesto, mas não divulgou o número de manifestantes.

Foto: Roni Carvalho

A concentração dos universitários começou na Praça Marechal Rondon, centro de Porto Velho, e logo depois os estudantes seguiram até a Avenida Sete de Setembro para pedir o fim do bloqueio de verbas à Unir. Na sequência eles fecharam a via, no cruzamento com a Avenida Rogério Weber.

O grupo também usou cartazes para pedir o fim da reforma da previdência, que tramita no Congresso Nacional em Brasília (DF).

Segundo os alunos, a situação da Unir é “caótica” e, com esse bloqueio de verbas, a universidade no estado não deve funcionar a partir de julho, pois ficaria sem dinheiro para pagar contas de energia, telefone e serviços terceirizados.

Foto: Roni Carvalho

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