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Governo diz ter economizado R$ 200 milhões em RO

Atual gestão iniciou o mandato com críticas ao orçamento previsto para esse ano.

Por G1 RO
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Publicado: 18/07/2019 às 09h01min

Anúncio acontece seis meses após começar mandato com críticas ao orçamento — Foto: Governo de Rondônia/Divulgação

Após seis meses de mandato, o governador de Rondônia, Marcos Rocha (PSL), divulgou que o governo alcançou uma economia de quase R$ 200 milhões. O anúncio acontece meses depois de doação de dinheiro por órgão estadual e a aprovação de crédito suplementar pelos deputados.

Segundo o governo, a atual gestão começou o mandato com um orçamento abaixo do necessário para a execução de atividades essenciais do estado, cerca de R$ 420 milhões a menos. A necessidade de mais dinheiro em caixa chegou a ser a principal pauta na solenidade dos 100 primeiros dias de governo.

Na ocasião, Marcos Rocha afirmou que cogitava enviar a proposta de uma nova Lei Orçamentária Anual (LOA) à Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO) para driblar o que ele chamou de “despesas subestimadas”.

Na época, o governo citou um levantamento apontando que a gestão anterior não atendeu às previsões de impacto orçamentário de 2019. Entre os “buracos” encontrados no orçamento, estavam a falta de R$ 120 milhões na área da saúde e R$ 103 milhões para a área de segurança pública.

Ao todo, o governo estimou uma necessidade orçamentária em torno de R$ 400 milhões que, segundo Marcos Rocha, não estava prevista na LOA de 2019. A mudança de cenário, segundo o governo, veio através do corte de gastos que resultou em uma economia de R$ 95 milhões nos 100 primeiros dias desse ano.

Já a economia de R$ 200 milhões registrada no primeiro semestre se deve, conforme o governo estadual, a ações como a doação de R$ 50 milhões do Tribunal de Contas do Estado (TCE) para a construção de novo hospital de urgência e emergência, além de uma “boa relação” com o poder legislativo estadual para a aprovação de projetos sugeridos pelo Poder Executivo.

Essa relação com os deputados estaduais, citada por Marcos Rocha, faz referência a aprovação de projetos que garantiram ao governo do Estado mais de R$ 380 milhões em crédito suplementar, destinados a secretarias estaduais e ao pagamento de parcelas da dívida do Beron.



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