porto velho - ro, 17 Julho 2019 19:02:50
Capital

Grupo de 43 venezuelanos chega a Porto Velho nesta quinta-feira

Nesta quinta-feira, 11, a 17ª Brigada de Infantaria de Selva (17ª Bda Inf Sl), “Brigada Príncipe da Beira”, recepcionará mais uma..

Por Redação
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Publicado: 11/07/2019 às 12h02min | Atualizado 11/07/2019 às 15h18min

Nesta quinta-feira, 11, a 17ª Brigada de Infantaria de Selva (17ª Bda Inf Sl), “Brigada Príncipe da Beira”, recepcionará mais uma leva de venezuelanos (43 pessoas) vindos dos abrigos
da Operação Acolhida no Estado de Roraima.

Os imigrantes serão trazidos à Porto Velho pela Força Aérea Brasileira (FAB), com emprego de
aeronave. A recepção será feita nas instalações da ALA 6, onde a Brigada servirá um almoço e será disponibilizado atendimento médico. Na sequência, os imigrantes serão conduzidos pela
Brigada até a Paróquia de São Cristóvão onde integrantes da missão Cáritas os alojarão em
seus abrigos.

A interiorização em Porto Velho faz parte do esforço desenvolvido pela Força Tarefa Logística
Humanitária para o Estado de Roraima, que visa proporcionar atendimento humanitário e um
recomeço para essas famílias em solo brasileiro. Nos abrigos, os refugiados são preparados para
realocação no mercado de trabalho, recebem orientação de assistentes sociais, moradia
temporária e garantia a serviços de saúde e educação.

Ainda não se sabe se os imigrantes que chegam à capital de Rondônia vão ficar em Porto Velho ou se seguirão para outros destinos como municípios do interior ou até mesmo outros estados.

Em Porto Velho já existe uma gama de venezuelanos que vivem em situação precária. Sem alojamento, sem alimentação e sem nenhuma assistência, perambulam pelas ruas do centro da cidade em busca de emprego, vendendo panos de prato ou água nos semáforos, ou ainda, pedindo esmola aos carros no trânsito ou de quem passa pelas ruas. Na delegacia, já há registro de violência e ocorrência de pequenos furtos em estabelecimentos comerciais e residências atribuídos aos imigrantes, que buscam uma nova realidade para fugir da miséria em que se encontravam, mas não encontram eco nos seus pedidos de socorro.



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