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Educação

Ifro tem oito projetos selecionados no Campus para o Futuro

A instituição estar representada em 20% dos projetos selecionados é o resultado do investimento em empreendedorismo feito nos últimos anos

Por Assessoria
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Publicado: 17/01/2019 às 15h39min

De um total de 40 projetos selecionados para participar do Campus para o Futuro, evento que ocorre dentro da Campus Party Brasil 2019, oito foram realizados pelos alunos do Instituto Federal de Rondônia (IFRO). A Campus Party é o principal evento de tecnologia realizado anualmente no Brasil. O evento reúne empreendedores, cientistas, pesquisadores e interessados em temas como games e indústrias criativas que acompanham e compartilham conhecimentos sobre inovação, ciência, empreendedorismo e cultura digital.

Foto: Divulgação

O reitor do IFRO, Uberlando Leite, diz que o fato da instituição estar representada em 20% dos projetos selecionados é o resultado do investimento em empreendedorismo feito nos últimos anos. De acordo com ele, são mais de 20 startups incubadas no instituto. “São alunos entre 13 e 14 anos que quando entrarem na universidade serão pessoas com outro perfil e com outra visão. Uma visão de empreendedor, que além de gerar tecnologia vão empreender e desenvolver o nosso país”, frisou Uberlando.

A notícia foi divulgada durante a primeira reunião realizada entre o secretário de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação, Alexandro Ferreira de Souza, e representantes do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), formado por 41 instituições, sendo 38 institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia, dois centros federais de Educação Tecnológica (Cefets) e pelo Colégio Pedro II.

O secretário Alexandro Ferreira de Souza disse que essa reunião foi importante para estabelecer o diálogo entre o MEC e os institutos federais. Além disso, ele comentou que a intenção da nova gestão é que a Setec e a Secretaria de Educação Básica (SEB) trabalhem juntas na reformulação do ensino médio para recuperar o aspecto prático do conhecimento por meio de experiências já executadas pelos institutos federais. “É a possibilidade de arejar o ensino médio. Dotar os professores de metodologias mais ativas, tornar as aulas de ciências mais interessantes. Os institutos federais têm muito a ensinar para a gente”, destacou o secretário.



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