Porto Velho/RO, 11 Dezembro 2019 22:35:36

    CarlosSperança

    coluna

    Publicado: 05/11/2019 às 09h04min | Atualizado 05/11/2019 às 09h31min

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    Mesmo com a crise alguns segmentos mostram crescimento na Capital

    Entre festa e lágrimas Há dúvidas, considerando as dificuldades atuais do Brasil, da América Latina e do mundo, se em 2022 o Brasil..

    Entre festa e lágrimas

    Há dúvidas, considerando as dificuldades atuais do Brasil, da América Latina e do mundo, se em 2022 o Brasil estará em festa para comemorar os 200 anos da Independência ou se estará chorando com as perdas que teve por não aproveitar os períodos de prosperidade do mundo e o bônus demográfico.

    Negar problemas, transformar a vida institucional em uma queda de braço entre narrativas polarizadas, desunir a nação quando mais precisa se unir e alimentar a péssima imagem que o país tem lá fora não criam cenários de alegria, mas de tragédia. 

    A questão é se ainda há tempo para agir racionalmente e jogar as todas as fichas na sustentabilidade, considerando que a situação de baixo crescimento é continental e uma crise mundial se aproxima, causada pela guerra comercial EUA-China.

    Já em plena quadra final de 2019, a referência ao horizonte de dois anos se explica pela ameaça da economista Monica de Bolle, pesquisadora do Instituto Peterson de Economia Internacional, em Washington. Para ela, em dois anos, por causa do desmatamento e das queimadas, a Floresta Amazônica deixará de produzir chuva suficiente para se sustentar.

    Com isso, virá à transformação em savana e a liberação de bilhões de toneladas de carbono na atmosfera. Se negar é suficiente, o problema está resolvido. Se não for, é urgente um chamado político aos cientistas para pôr tudo em pratos limpos.

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    Esperando prévias

    Ex-vereador, ex-deputado estadual e ex-vice-prefeito, o apresentador Dalton Di Franco esta de volta as lides políticas conclamado por correlegionários para disputar a prefeitura de Porto Velho. Ele espera que seu partido realize prévias como forma de agitar a militância e oxigenar a agremiação motivando as bases pedetistas nos bairros, aonde ele defende celulas dos movimentos populares da agremiação.

    Estados em crise

    Com vários estados em crise e ainda pagando salários atrasados parceladamente e outros, como Mato Grosso, Minas Gerais, Piaui, Rio Grande do Sul e Sergipe abrindo o bico, temos Rondônia numa situação mais privilegiada já que paga o funcionalismo em dia e se planejou para o pagamento do décimo-terceiro em dezembro. O governador Marcos Rocha enfatiza que isto foi possível com uma gestão enxuta.

    Nossa economia

     Alguns segmentos, mesmo com a crise, mostram crescimento em Porto Velho, inclusive se expandindo. São os casos dos hospitais particulares que agora enfrentam a concorrência de clinicas praticando consultas a preços populares espalhadas pelos bairros. Em contrapartida ao vigor do segmento de saúde, existe o setor hoteleiro ainda paralisado.  Alguns hoteis já fechados, outros alugados, e tantos a venda.

    Jogo de cena

    Anotem aí cara-pálidas, do Monte Sinai ao Porto Cristo, do Uirapuru ao Maringá: a maioria daqueles políticos que anunciou candidatura a prefeito em Porto Velho, na verdade quer mesmo é ser convidado para ser vice de algum nome de ponteira e desistir da empreitada que é cara e desgastante. Eles têm consciência de que a parada vai ser dura com Leo Moraes, Hildon Chaves, Nazif e Vinicius Miguel.

    A bandidagem 

    A bandidagem se instalou definitivamente no complexo habitacional Orgulho do Madeira, na Zona Leste. Por conseguinte, a criminalidade subiu naquela região onde as coisas já estavam feias. Por falar em segurança pública, como faz falta aquele posto policial fechado na Zona portuária do Cai’ N’Água na capital rondoniense. A região se transformou num cartão postal as avessas e repleto de noiados, marginais, prostitutas e traficantes. Lá, nem a enchente deu jeito.

    Via Direta     

    *** A mulherada rondoniense com cirurgias plásticas marcadas em clinicas de Santa Cruz de La Sierra e Cochabamba foi obrigada a desmarcar os compromissos em vista dos conflitos bolivianos*** Quem desembarca em Rondonia proveniente ds centros universitários bolivianos conta horrores e perseguições aos academicos brasileiros***Como temos ex-prefeitos nas garras na justiça. Só na semana passada foram mais dois condenados e temos outros tantos para entrar no mesmo balaio já choramingando*** Em casos distintos, os suplentes tem como certas as susbtituições nas próximas semanas dos deputados Edson Martins (MDB-Urupá) e Jair Montes (Avante-Porto Velho)*** Na verdade, o caso mais “maduro” é de Edson Martins. Este já foi detonado nas últimas insatâncias*** Os políticos com rabo preso, empresários propinadores, funcionários públicos fazendo caixa estão preocupados com gravações comprometedoras*** No entanto, mesmo com medo, todos continuam praticando bandalheiras com a cara lavada*** Os lobos perdem os pelos, mas não perdem os hábitos, torcida brasileira! 

      

     


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    sobre Carlos Sperança

    Um dos maiores colunistas político do Estado de Rondônia. Foi presidente do Sinjor. Foi assessor de comunicação do governador José Bianco entre outros. Mantém uma coluna diária no jornal Diário da Amazônia.

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