Porto Velho/RO, 17 Maio 2020 11:46:26

JoséLuiz

coluna

Publicado: 17/05/2020 às 06h00min | Atualizado 17/05/2020 às 11h46min

A-A+

Mesmo com a crise Rondônia Crescerá 1.1% em 2020 

O presidente do Banco da Amazônia, o cacoalense Valdeci Tose projeto ao participar do programa Campo e Lavoura, na Rede TV um crescimento..

O presidente do Banco da Amazônia, o cacoalense Valdeci Tose projeto ao participar do programa Campo e Lavoura, na Rede TV um crescimento para economia de Rondônia de 1,1% em 2020, mesmo diante da crise provocada pelo cornavirus. Os números computados pelos técnicos da instituição revelam que o agronegócio, baseado na produção de carne, soja, milho e peixe manterão a economia do estado equilibrada, enquanto outras unidades da federação enfrentarão dificuldades até para quitar as folhas de salários.

Medida emergente

Cumprindo orientação da direção em Brasília, a superintendência do Banco do Brasil em Rondônia colocou em prática medidas emergentes em razão da pandemia causada pelo coronavirus abrindo operações de créditos para custeio e investimentos, prorrogando prazos para amortização das dividas dos pequenos, grandes e médios produtores rurais, assim como oferecendo créditos adicionais, conforme relata o superintendente, Edson Lemos.

Crise do leite

O Secretário de Agricultura, Evandro Padovani vem se desdobrando com sua equipe para equacionar o problema causado pelo baixo valor pago pelos laticínios, em torno de 65 centavos o litro de leite aos produtores rurais. Ele reconhece que a crise do leite é nacional, mas o governador Marcos Rocha, solicitou um estudo para melhorar o preço do produto garantindo melhor renda aos produtores rurais sem onerar aos consumidores. Esse é mais um reflexo provocado na economia pela pandemia do coronavirus no estado.

Saída urgente

Técnicos e produtores rurais consultados pela coluna asseguram que a saída urgente para crise do leite em Rondônia, é o governo aumentar a taxa dos produtos lácteos que vem de outras regiões, reduzindo os impostos do leite produzido no estado beneficiando na ponta quem produz. Na prática é uma equação técnica que pode ser a saída, pelo menos até o coronavirus  passar reduzindo os prejuízos ao homem do campo.

Novo aprendizado

Essa crise que pegou o mundo de calças curtas, já está mostrando que se pode realizar muito com pouco, para isso é necessário aprender a usar as ferramentas tecnológicas. Um exemplo: as grandes instituições financeiras descobriram que a mão-de-obra bem preparada de um funcionário pode realizar a tarefa operada por três. Por certo, vai gerar desemprego, mas por outro lado reduzirá custos. Em outras palavras, só quem tiver melhor conhecimento tecnológico vai se salvar.

Transformações radicais

Como toda ação provoca uma reação sempre em sentido contrário, o coronavirus chegou de maneira tão acentuada que o ser humano que não se adaptar a essa nova realidade, seja nos perímetros urbanos e rurais enfrentará com certeza muitas dificuldades para sobreviver no futuro. Ninguém imaginava transformações tão radicais nos costumes e no comportamento social como vem ocorrendo de janeiro até os dias atuais.

Finalizando

Estou decidindo se depois que o coronavirus passar adotarei as ferramentas tecnológicas, ou hiberno no mato vivendo da caça e pesca como um verdadeiro ermitão. Ainda não decidi, por enquanto vou ficando por aqui, boa leitura e bom final. Não esqueça da máscara essa indumentária que já passou a fazer parte e nossas vidas.

 


Deixe o seu comentário

sobre José Luiz Alves

Colaborador do Diário da Amazônia - José Luiz Alves, é jornalista. Apresenta aos sábados das 6h às 8h na Rede Tv Rondônia! o programa Campo e Lavoura, com informações ao homem do campo e produtores rurais, em cadeia com seis emissoras de rádios para todo o Estado de Rondônia.

Arquivos de colunas