Porto Velho/RO, 11 Dezembro 2019 21:40:25

    CarlosSperança

    coluna

    Publicado: 11/11/2019 às 08h13min | Atualizado 11/11/2019 às 08h52min

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    Na largada para as eleições 2020 em Rondônia

    Crítica e autocrítica É natural que todo governo tenha uma base de apoio e várias oposições, por sua vez divergentes entre si. A isto..

    Crítica e autocrítica

    É natural que todo governo tenha uma base de apoio e várias oposições, por sua vez divergentes entre si. A isto se chama democracia. Nela há partidos políticos, que sobrevivem ou naufragam de acordo com sua capacidade autocrítica. UDN, Arena, PRN e outras siglas partidárias sucumbiram por não tê-la.

    No PSL e no governo Bolsonaro, oposições à parte, há uma saudável inclinação para os processos de crítica e autocrítica. A crítica é ainda infantil e escorrega eventualmente para o insulto e a linguagem chula, mas pode ser polida no futuro. Importa mais sua autocrítica: não hesita em recuar e voltar atrás para corrigir erros, desautorizando excessos e ilegalidades.

    Pode até ser a tática do bode na sala, que ao ser retirado garante confiança ao generoso governante, mas há sinais de que há erros corrigidos de fato com base na autocrítica. O debate em torno das queimadas, que os oportunistas sentiram autorizadas e os adversários entenderam como política de governo teve como resposta o envio do Exército para combatê-las.

    Se alguma vez deu a entender que autorizou, o governo agora deixou claro que não apoia a prática. Em outubro, a Amazônia registrou o menor número de queimadas para o mês desde o início do monitoramento, em 1998. O resultado só confirmou a tendência de queda já verificada em setembro. Que o debate continue, porque ainda há muitos problemas a discutir e resolver.

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    Plano de fuga

    Com média de uma fuga por mês, certo presidio de Ariquemes é sonho de consumo de todos os 700 mil presidiários brasileiros, mais os encarcerados dos países vizinhos, Paraguai, Bolivia e Peru. As escapadas em Ariquemes são rotineiras e até tuneis são escavados rapidamente pelos presos-tatus com  ferramentas rudimentares e até utensílios de cozinha (garfo e colher). E como as autoridades nunca elucidam os casos, tudo fica numa boa!

    Colheres mágicas

    Se um caro índio amigo Uru-Eu-Au-Au do Vale do Jamari ou um cara-pálida de Urupá resolver escavar um tunel com colher e garfo, vai precisar de ano para o serviço e dar sumiço na terra removida. No presídio de Ariquemes, utensilios mágicos utilizados desenvolvem a tarefa rapidamente. A terra é retirada para fora, sem que o diretor e agentes penitenciários percebam. Uma tecnologia revolucionária? Talvez ajuda dos ETS?

    Esquerda fraquejou

    Na largada para as eleições 2020 em Rondônia, alguns nomes vão largando bem. Para a releição Juninho Gonçalves (MDB) em Jaru, Neodi Carlos (DC) é considerado ponta firme em Machadinho do Oeste, Tziu Jidaias (Solidariedade) vai criando asas em Ariquemes, Leo Moraes (Podemos) em Porto Velho. À esquerda esta meio sumida nos principais colégios eleitorais do estado.

    E os petistas?

    O PT rondoniense vem numa seca a várias eleições, depois daquele período denominado “onda vermeha”, quando emplacava até postes para Assembléia Legislativa e Câmara dos Deputados. Mas atualmente os petistas amargam despenhadeiro Nos maiores colégios eleitorais do estado, Porto Velho, Ariquemes, Ji-Paraná, Cacoal e Vilhena, nem com Lula livre, o PT tem nome de ponteira. Ô louco! 

    Eleições 2020

    Uma penca de pastores evangélicos e de comunicadores (radialistas, apresentadores de tv, etc) se preparam para disputar a vereança na capital rondoniense, aonde existem 21 cadeiras para serem renovadas. Bons salários, viagens de lazer para o Nordeste com diárias poupudas são alguns atrativos do cargo e mais algumas benesses para se comportar como vacas de présepio no legislativo local. Cada partido pode lançar até 32 postulantes.

    Via Direta

    *** Aumenta a criminalidade na zona rural rondoniense***Agora, além de assaltos, roubo de gado, veículos e maquinário, os agrobandidos roubam agrotóxicos*** O MDB de Porto Velho quer indicar o vice de Leo Moraes (Solidariedade) na disputa do ano vindouro*** Nos bastidores se propala que o vice para a campanha do ano que vem do prefeito Hildon Chaves (PDB) viajou com ele para a Coréia: o presidente da Fiero Marcelo Tomé. Será?*** Sendo assim, os outros pretendentes a vice, Cristiane Lopes e Lindomar Garçon estariam escanteados?*** O deputado federal Coronel Chrisóstomo (PSL) conta com apoio do Diretório Nacional para ser o candidato a prefeito do partido na capital rondoniense*** Teria sido avisado que, para tanto, precisa se entender com o governador Marcos Rocha*** Em Jipa, depois de um período sofrido, o prefeito Marcito Pinto (PDT) encorpou, ficou de asas crescidas e vem quente e fervendo para a reeleição*** Uma super aliança esta sendo montada para alavancar sua campanha em 2020.


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    sobre Carlos Sperança

    Um dos maiores colunistas político do Estado de Rondônia. Foi presidente do Sinjor. Foi assessor de comunicação do governador José Bianco entre outros. Mantém uma coluna diária no jornal Diário da Amazônia.

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