Porto Velho/RO, 01 Setembro 2021 05:55:35
Diário da Amazônia

Pandemia: casos de irresponsabilidade ainda persisitem em Ji-Paraná

Apesar da fiscalização e da conscientização, uma parte minoritária da população insiste nos eventos clandestinos que promovem aglomerações

Por Fernando Pereira Diário da Amazônia
A-A+

Publicado: 22/02/2021 às 13h41min

“Olha só esse tipo di rolê. Polícia nem passa perto de nós. Nois domina o bairro todo” (sic). Esta frase foi escrita em uma postagem de uma pessoa que participou de uma festa clandestina no último fim de semana em Ji-Paraná. Brincando com uma questão tão seria e que coloca vidas em risco, a ação estrapola os limites da irresponsabilidade e passa a ser uma afronta às autoridades locais.

A PM chegou a fazer 18 TCO’s em uma única ocorrência de festa cla destina no fim de semana

Mesmo havendo intensa fiscalização e lavramento de flagrante com assinaturas de TCO’s – Termos Circunstanciados de Ocorrências, a rebeldia criminosa continua. Segundo o Major Frota, comandante do Segundo Batalhão de Policia Militar de Ji-Paraná, no fim de semana, em uma ocorrência apenas, foram registardos 18 TCO’s.

“As pessoas, ao ficarem sabendo de um evento clandsestino, de imediato pode ligar no 190 e fazer a denúncia que iremos ao local para por fim à aglomeração”, incentivou o Major.

De igual forma, a Vigilância Sanitária, coordenada pelo diretor, “Dr.” Antelmo Ferreira, também tem trabalhado com afinco para atender denúncias, fazer notificações e aplicar penalidade pecuniária proconizada no decreto municipal que determina “toque de recolher” – a multa é de R$740 para cada pessoa que for pega aglomerando em eventos clandestinos.

Beira Rio Cultural precisou ser interditado para evitar que pessoas de se aglomerar no local

“No fim de semana tivemos até que interditar uma festa de casamento e as pessoas foram notifocadas. Não estamos sendo maldosos, e sim cautelosos devido a esse momento de calamidade. As pessoas precisam cooperar ou, do contrário, continuaremos contabilizando mortes e mais mortes dia após dia”, lamentou o diretor da Vigilância.

Se não bastassem as festas clandestinas, mesmo sabendo que a visitação às preças e logradouros estão suspensas, nos fins de semanas as pessoas se insurhiam contra a medida e lotavam as praças, inclusive a que fica no “Beira Rio Cultural” à margem do Rio Machado.

“No domingo cedo, em parceria com a AMT, tivemos que usar cavaletes para fechar as entradas e manter fiscais no local para evitsr que as pessoas fossem para lá”, disse o Ferreira.

“Pelo visto, as medidas para conter essa parcela de pessoas que desafiam as autoridades e bribcam suas vidas e com a vida do próximo, precisarão ser mais enérgicas, pois as UTI’s permanecem lotadas e pessoas continuam morrendo”, opninou um empresário que não quis ser idenrificado.



Deixe o seu comentário