Porto Velho/RO, 06 Fevereiro 2021 11:39:58

CarlosSperança

coluna

Publicado: 06/02/2021 às 08h59min | Atualizado 06/02/2021 às 11h39min

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Peleja será dura na disputa das oito cadeiras de deputados federais em 2022

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Para inglês verificar

No Fórum Econômico de Davos, reunião dos líderes ricos do mundo para decidir o que fazer com os pobres, a participação e a confiança passada pelo general Hamilton Mourão, vice-presidente da República e presidente do Conselhão da Amazônia, não bastaram para sossegar os temores quanto à influência negativa do desmatamento na piora do clima.

Mourão se comprometeu com a proposta de evoluir para a bioeconomia, tese vencedora nas discussões sobre o futuro da região, mas reclamou recursos para que a Amazônia possa render desenvolvimento para o país e seu povo. 

A estúpida noção de antigos líderes do hemisfério Norte de que a capital do Brasil seria Buenos Aires, viu-se na reunião, cedeu lugar a um conhecimento metódico e preciso sobre a região. Com base na ampla rede de informações proporcionadas pela imprensa profissional e a qualificação técnica das embaixadas, não vigora mais a lenda de que os estrangeiros desconhecem a Amazônia. A rigor, conhecem mais seus problemas e potenciais que muitos brasileiros.

 No passado, o Brasil tinha leis contra a escravidão que ninguém cumpria, sob as vistas grossas dos prevaricadores do governo. Eram as leis “pra inglês ver”, que já não colam mais. Mais que ver, ingleses e americanos querem é verificar. Satélites e boa informação os têm ajudado muito nesse sentido.

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A constatação

Constatado o fraco desempenho do ex-governador Daniel Pereira (Solidariedade) nas eleições de 2020, com resultados pífios dos seus apadrinhados na capital e nos principais polos regionais do estado, já não se fala mais que ele será candidato ao governo ou ao Senado em 2022. Mas atuando no Sebrae, com eficiência, Pereirinha já deve estar reformulando seus projetos futuros, quiçá para uma peleja por uma cadeira a Câmara dos Deputados no ano que vem.

Peleja dura

Por falar na disputa pelas oito cadeiras a Câmara dos Deputados em 2022, teremos a peleja mais dura nas décadas. Na capital existem predadores ferozes, como Vinicius Miguel (Cidadania), no  Vale do Jamari Tziu Jidaias (Solidariedade), Thiago Flores (Republicanos), na região central o ex-prefeito Jesualdo Pires (PSB), em Vilhena a volta de Melki Donadon, que está se recuperando de uma covid,  e com base eleitoral na Zona da Mata e em Porto Velho, o ex-deputado federal Luís Claudio, e ainda no Cone Sul, Evandro Padovani.

Estão cochilando

As lideranças políticas de Rondônia estão cochilando mesmo, por isto se prega a renovação dos quadros na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados. Vejam só: O Banco do Brasil está abrindo dezenas de agências destinadas ao agronegócio pelo País, sendo aquinhoados os estados do PR, SP, GO, RS, MT, MS entre outros e simplesmente esqueceu de Rondônia onde o agronegócio está bombando com grande volume de exportações de carne e derivados, soja, madeira, minérios etc.

O fechamento

E enquanto nos outros estados abrem-se novas agencias, em Porto Velho será fechada quase uma dúzia em nossos 52 municípios ou rebaixadas para a função de posto, mais umas tantas. Sabe-se que muita coisa pode ser revertida com mobilização política, as lideranças remam em direção contrária na capital, no interior prefeitos e vereadores são apáticos e com isto, Rondônia falha na mobilização e perde espaço para outros estados mais bem articulados.

As ligações

A coluna corrige informação equivocada anteriormente sobre as novas ligações de energia da Energisa na capital rondoniense. Na zona urbana o prazo estipulado pela empresa é de cinco dias, na zona rural de 10 dias. Conforme sua direção, desta forma a companhia tem atendido toda a demanda existente e seguindo os investimentos para melhorar a distribuição de sua rede, ao mesmo tempo que combate os chamados rabichos e as ligações clandestinas conhecidas como “gatos”. 

 

Via Direta

*** A pandemia atacou pesado nas 18 tribos indígenas de Rondônia e nas comunidades tribais do sul do Amazonas, causando dezenas de óbitos*** Interessante é que os índios do Acre foram poupados pelo coronavirus até agora, pois naquela bandas foram constatados poucos casos. O isolamento funciona*** Em contrapartida o povo acreano sofre também com uma verdadeira situação de emergência por causa da Dengue**A saúde de lá já adotou o critério de consultas duplas, quem faz consulta do covid faz também para a dengue*** Uma boa sugestão para a saúde rondoniense, sempre com a faísca atrasada, já que a dengue se espraiou pelo estado todo e em Porto Velho pior ainda.

 


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sobre Carlos Sperança

Um dos maiores colunistas político do Estado de Rondônia. Foi presidente do Sinjor. Foi assessor de comunicação do governador José Bianco entre outros. Mantém uma coluna diária no jornal Diário da Amazônia.

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