porto velho - ro, 18 Julho 2019 12:15:06

Carlos Sperança

coluna

Publicado: 10/06/2019 às 09h49min | Atualizado 10/06/2019 às 10h50min

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Porto Velho já tem 09 pré-candidatos à Prefeitura

Para sair do buraco O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, já avisou que o Brasil precisa se unir..

Para sair do buraco
O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, já avisou que o Brasil precisa se unir “para sair do buraco”: “É tão evidente a premência do final deste filme para que a gente possa ter uma segurança econômica, que comece a atrair investimentos nacionais, investimentos estrangeiros”. Será difícil unir o país e atrair investimentos com a insegurança da quebra de contratos, fenômeno que ocorre quando um novo governo desmonta o que o anterior montou.
O desnecessário imbróglio do Fundo Amazônia foi um novo foco de atritos para armar ainda mais setores que desunem a nação. Sem manter as regras do jogo já definidas, os doadores podem frear a aplicação de recursos e inibir os investidores das mais diversas áreas. Como se fosse pouco, o ministro Ricardo Salles, quer contratar uma empresa estrangeira para monitorar a Amazônia, enfrentando a oposição do Inpe.
O atrito surge na hora em que o Brasil envia à China o satélite Cbers-4A, cujo lançamento está previsto para o fim do ano. O novo satélite tem a missão de captar imagens de desmatamento da Amazônia, mapear queimadas e fornecer dados à agricultura. Polêmicas desnecessárias desunem, causam perdas em recursos e a credibilidade internacional.
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A corrida 2010
A corrida pelo Paço Tancredo Neves, sede da prefeitura de Porto Velho, abre com vários nomes. Na seara governista estadual, dois nomes ligados ao governador Marcos Rocha (PSL): Junior Gonçalves e Eyder Brasil. Quem estiver melhor nas paradas deverá ser o sacramentado. Como se vê, são tantos postulantes na oposição ao atual prefeito Hildon Chaves que com tanto divisionismo terá vaga garantida num provável segundo turno.

Muitos cogitados
São muitos cogitados e entre eles nomes de pesos, até favoritos ao páreo municipal na capital. Entre eles, o deputado federal Leo Moraes (Podemos), o ex-governador tampão Daniel Pereira (Solidariedade), Vinicius Miguel, o deputado federal Mauro Nazif (PSB), ex-deputados Hermínio Coelho (PC do B ou PV) e Jesuíno Dantas (PMN), Pimenta de Rondônia (PSOL), Edgar do Boi (DC), Kazan Roriz, Aluizio Vidal, entre outros.

Rota de Colisão?
Não sei como ficará doravante a relação entre Pereirinha, que rachou o PSB, com o atual vizir Mauro Nazif, donatário da legenda. Afinal o ex-governador deixou a sigla levando quadros importantes do PSB desfalcando muito o setor jovem e principalmente a esfera sindical. O golpe foi afiado a uma sigla que o abrigou no por momento de Pereirinha. Ressurgiu como vice-governador apoiado por Nazif.

Acordo celebrado
O governo acriano assinou importante acordo com a Bolívia na esfera de segurança pública para o enfrentamento do tráfico de drogas e de armas e roubos na fronteira. Um acordo que Rondônia deveria também adotar com as autoridades bolivianas, pois temos mais de 1000 quilômetros de divisas desprotegidas com o pais vizinho – e as facções criminosas se adonaram da fronteira.

É golpe! É golpe!
Volta e meia surgem golpes aplicados por vigaristas em Porto Velho que depois somem. A coisa vem de longe, lembro desde o Shopping Vitória Régia no início dos anos 80, até planos de saúde, funerais, loteamentos, clubes, etc. O mais recente é o dos consórcios que já atingiu mais de 100 “patos”, digo vitimas, na capital. Todo cuidado é pouco, torcida brasileira!

Via Direta
*** O Acre e a Ponta do Abunã rondoniense estão em festa com a possibilidade da inauguração da ponte do Rio Madeira, no Abunã, ainda no decorrer de 2019 *** Mas se o alteamento na BR 364, para evitar novas enchentes já foi concluído, o mesmo não aconteceu no sistema viário de Porto Velho atingido pela cheia histórica *** Importante a iniciativa do TCE de agir com rigor na fiscalização das obras do futuro Heuro *** Tem sido nas obras públicas, principalmente na construção de grandes hospitais, que a rapinagem dos políticos come solta, sem dó e nem piedade da população.


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