Porto Velho/RO, 19 Junho 2020 17:57:07
Saúde

Prefeito de Porto Velho denuncia falta de medicamentos na Capital

Nesta sexta-feira (19) o Prefeito de Porto Velho Hildon Chaves reuniu a imprensa para falar sobre as medidas que vêm sendo adotadas e..

Por Redação Diário da Amazônia
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Publicado: 19/06/2020 às 17h56min

Nesta sexta-feira (19) o Prefeito de Porto Velho Hildon Chaves reuniu a imprensa para falar sobre as medidas que vêm sendo adotadas e dificuldades do município para combater o Coronavírus.

Na coletiva o Prefeito destacou que a estrutura municipal de combate ao vírus não é suficiente para atender à demanda da Capital. Além disso, a ajuda oferecida pelo Governo do Estado não foi capaz de atender o número de casos no município que já passa de 8.600 pessoas infectadas.

O Prefeito enfatizou que no momento Porto Velho não possui medicamentos suficientes para atendimento, devido as aquisições serem feitas diretamente pelo Ministério da saúde e repassada aos estados.

“Faço um apelo ao Governador para que efetivamente distribua medicamentos para todos os 52 municípios em quantidade e diversidade. Estamos com dificuldades de medicamentos se o Governo distribuiu não foi na quantidade necessária”, disse o Prefeito.

De acordo com a Prefeitura já foram distribuídos mais de 45 mil medicamentos de cloroquina e azitromicina nas Upas e unidades de saúde.

O Prefeito disse que aderiu o decreto de isolamento restritivo e também e defendeu a implantação do lockdown na Capital assim como o Conselho Estadual e Municipal de Saúde e Ministério Público de 14 dias. “No isolamento restritivo mandei fechar todas as secretarias do município, suspendi todas as obras públicas. Porém aderi um decreto que não foi cumprido, ou seja, fizemos o isolamento social pela metade. Não temos outra alternativa ou vai morrer muita gente, ou fazemos o isolamento como tem que ser feito”.

Segundo a Prefeitura a Capital possui 130 leitos intermediários disponíveis, mas depende da postura do Governo para a compra de medicamentos.

“A Prefeitura é a porta de entrada do Covid-19, quem faz a atenção básica são as prefeituras. Se a prefeitura puder fazer um atendimento mais eficaz na saída a parte do Governo vai estar mais tranquila. Nós não temos como trabalhar desconectados”, disse.



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