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Raiva ataca e mata bovinos em propriedades rurais de Rondônia

Em Cabixi, região Sul do estado, foi registrada a morte de 13 bovinos por suspeita de raiva, em uma mesma propriedade.

Publicado: 30/01/2020 às 12h00
Atualizado: 30/01/2020 às 18h43

Fotos: Ésio Mendes

Neste mês de janeiro foram notificadas 13 mortes de bovinos por suspeita de raiva animal em uma mesma propriedade do município de Cabixi, região sul do estado. Diante disso, a Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron) alerta para a necessidade da vacinação do rebanho contra a doença. Segundo a Idaron, a notificação de enfermidade em animais (bovinos, caprinos ou suínos), ao serviço veterinário oficial, em até 24 horas, além de evitar que a doença se propague, com prejuízos à produção agropecuária, também facilita e torna mais eficaz o trabalho de sanidade animal desenvolvido pelo governo do estado.

 

Nos casos em Caxibi, a Idaron informou que só foi notificada do foco depois da morte de 12 animais. O 13o caso foi acompanhado de perto por técnicos da Idaron, com observação de sinais clínicos e recolhimento de material para exames que levaram à confirmação de contaminação pelo vírus da raiva. Após a identificação do foco, a Idaron iniciou a aplicação de medidas sanitárias em áreas de foco e perifoco, com o objetivo de controlar e prevenir a ocorrência de novos casos da doença, conforme preconizado pelo Programa Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros (PNCRH), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Dentre as várias medidas adotadas pela Idaron está a investigação epidemiológica na propriedade de origem, análise de trânsito dentro do período de incubação da doença e notificação de produtores rurais para vacinação focal e perifocal, abrangendo todos os herbívoros existentes nas propriedades em um raio de até 12 quilômetros. Após a vacinação, a medida seguinte é a declaração da vacinação à Idaron. “A raiva não tem cura, por isso mesmo a vacinação é a única forma de conter os focos da doença e garantir um rebanho saudável”, salientou o presidente da Idaron, Júlio Cesar Rocha Peres.

 

Com informações da Secom

Por Redação Diário da Amazônia

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