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Agronegócio

Rondônia incluso na retirada da vacina contra aftosa

A Idaron (Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia) dá continuidade aos trabalhos do Plano Estratégico de..

Por Redação Diário da Amazônia
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Publicado: 24/03/2019 às 11h00min

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A Idaron (Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia) dá continuidade aos trabalhos do Plano Estratégico de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), que prevê a retirada total da vacinação no país até 2023. Como ação do plano, será realizada na próxima terça-feira (26), às 14 horas, aberturada 4º Reunião do Bloco I, representantes do Ministério da Agricultura, dos Estados Acre, Rondônia Mato Grosso e Amazonas além dos setores produtivos dessas Unidades e as equipes gestoras.

Na 4º Reunião do Bloco I será discutido quais os Estados envolvidos irão avançar na retirada da vacinação contra a febre aftosa em bovinos e bubalinos, e quais as condições que cada Estado se encontra. No plano, o país foi dividido em cinco blocos, para que seja feita a transição de área livre da aftosa com vacinação para sem vacinação.

Durante a 4ª reunião, a Idaron fará a entrega de dois barcos e 46 veículo (sendo 42 caminhonetes 4X4) que serão distribuídas nas oito regionais para atender as áreas de fronteiras e inspeção em Rondônia, e dando suporte na retirada da vacinação contra a febre aftosa.

Segundo o diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Guilherme Marques, “foram superadas as expectativas de adesão dos governos e da iniciativa privada, pois todos se conscientizaram que os prazos para a execução das etapas do PNEFA são curtos”. Marques frisou que a decisão de retirada gradual da vacinação contra a aftosa já foi tomada e que “é preciso atender aos requisitos sanitários para obter o reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) de país livre da doença sem vacinação”.

As diretrizes básicas do PNEFA preveem gestão compartilhada entre governos e iniciativa privada; aperfeiçoamento das capacidades do Serviço Veterinário Oficial (SVO); regionalização das ações; sustentação financeira; adequação e fortalecimento do sistema de vigilância; agilidade e precisão no diagnóstico; previsão de imunógeno (partícula, molécula estranha ou organismo capaz de induzir uma resposta imunológica) para emergências veterinárias; cooperação internacional e educação em saúde animal.

O governo de Rondônia deverá ceder servidores para os trabalhos de fiscalização previstos no plano. Mato Grosso comprometeu-se a aumentar postos de fiscalização do trânsito de animais, que poderão ser unidades móveis, como ação estratégica em função da proximidade com a Bolívia.



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