Porto Velho/RO, 07 Dezembro 2019 07:18:59
    Saúde

    Secretário terá que explicar demora para cirurgias ortopédicas

    Assembleia Legislativa convocou o secretário de Saúde Fernando Máximo para explicar demora na realização das cirurgias ortopédicas

    Por Jocenir Santanna
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    Publicado: 14/08/2019 às 10h50min | Atualizado 14/08/2019 às 10h51min

    Fernando Máximo (D) prestará esclarecimentos no próximo dia 21. Na foto, o Secretário em uma das viagens à Brasília com o Governador Marcos Rocha e a primeira dama Luana.

    O secretário de Estado da Saúde, Fernando Máximo foi convocado para no próximo dia 21 de agosto prestar esclarecimentos à Assembleia Legislativa sobre a demora nas cirurgias ortopédicas e a falta de material para procedimentos nas lesões de joelho, fratura no maxilar e mandíbula.

    Segundo o médico e deputado, Dr. Neidson, os próprios médicos do Hospital de Base pediram a retirada da empresa que fazia mutirões, mas acabaram não dando conta da demanda e agora há pacientes com até 60 dias aguardando as cirurgias.

    “O mais grave é que tem paciente retirado do Pronto Socorro João Paulo II para iniciativa privada por causa da superlotação que está há 30 dias esperando o atendimento. Economiza-se de um lado e gasta-se do outro”, criticou o parlamentar. Ele citou o caso de um paciente que está no Samar, que custa R$ 600,00 a diária, que há 30 dias aguarda sua cirurgia ortopédica”.

    ICMS de medicamentos

    Por outro lado, Dr. Neidson citou o convênio da Suframa aprovado pelo Confaz cobrando o ICMS da mercadoria beneficiada pela isenção da Área de Livre Comércio na retirada da cidade de Guajará-Mirim. A medida entra em vigor nos próximos 6 meses e a Comissão de Indústria e Comércio está alinhando uma reunião para tratar do assunto. “É uma situação caótica em Guajará-Mirim que pode gerar desemprego e prejudicar a arrecadação do Estado de Rondônia”, explicou o deputado. Segundo ele, a Secretaria de Finanças de Rondônia (Sefin) e a Fecomércio já tem uma proposta fechada para apresentar ao Confaz, mas é preciso a participação de todos para pressionar pela mudança.

    Com informações do Decom/Ale



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