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União da Claro com Net e Embratel autorizada

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) autorizou, ontem (31), a união das empresas Claro, Net e Embratel, que agora são uma..

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Publicado: 01/08/2014 às 17h53min | Atualizado 07/04/2015 às 07h46min

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) autorizou, ontem (31), a união das empresas Claro, Net e Embratel, que agora são uma empresa só. As companhias já faziam parte do mesmo grupo.
De acordo com decisão do conselho da agência, há uma condicionante para a operação, que terá de ser cumprida pelo grupo, que é a abertura de capital da Claro.

Significa que a empresa poderá negociar ações em bolsa, o que não é feito atualmente.
A principal vantagem desta medida, entretanto, segundo o conselheiro relator do caso, Igor Villas Boas, é a maior transparência e facilidade de acesso às contas da empresa.
As companhias já faziam parte do mesmo grupo, Telmex. Por isso, a operação não precisará passar pelo aval do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

Da forma como a operação foi feita, a Claro, que é uma autorizada na prestação de serviços móveis, passa portar o CNPJ principal do grupo e se torna dona da concessão do serviço de longa distância prestado pela Embratel.
De acordo com a reguladora, esta é a primeira vez que uma concessão é transferida para uma autorizada.
No caso da fusão entre Vivo e Telefônica, a concessão permaneceu sob domínio da Telefônica.

CONSUMIDOR

Para o usuário, o detalhe sobre quem domina a concessão não altera o resultado final, que é uma redução das tarifas praticadas na telefonia fixa.

A junção das empresas gera ganhos econômicos e tributários. Por isso, de acordo com regras da agência, parte desses ganhos -especificamente os tributários- precisam ser repassados para os usuários.
O tamanho do desconto ainda está em análise.

 

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) autorizou, ontem (31), a união das empresas Claro, Net e Embratel, que agora são uma empresa só. As companhias já faziam parte do mesmo grupo.
De acordo com decisão do conselho da agência, há uma condicionante para a operação, que terá de ser cumprida pelo grupo, que é a abertura de capital da Claro.
Significa que a empresa poderá negociar ações em bolsa, o que não é feito atualmente.
A principal vantagem desta medida, entretanto, segundo o conselheiro relator do caso, Igor Villas Boas, é a maior transparência e facilidade de acesso às contas da empresa.
As companhias já faziam parte do mesmo grupo, Telmex. Por isso, a operação não precisará passar pelo aval do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).
Da forma como a operação foi feita, a Claro, que é uma autorizada na prestação de serviços móveis, passa portar o CNPJ principal do grupo e se torna dona da concessão do serviço de longa distância prestado pela Embratel.
De acordo com a reguladora, esta é a primeira vez que uma concessão é transferida para uma autorizada.
No caso da fusão entre Vivo e Telefônica, a concessão permaneceu sob domínio da Telefônica.

CONSUMIDOR
Para o usuário, o detalhe sobre quem domina a concessão não altera o resultado final, que é uma redução das tarifas praticadas na telefonia fixa.
A junção das empresas gera ganhos econômicos e tributários. Por isso, de acordo com regras da agência, parte desses ganhos -especificamente os tributários- precisam ser repassados para os usuários.
O tamanho do desconto ainda está em análise.
(FOLHA PRESS)



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