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Cultura

Desfile da banda Vai Quem Quer e o carnaval de PVH

Nem mesmo a torrencial chuva que desabou sobre Porto Velho no último sábado, 10, e que passou momentos antes do início do desfile da..

Por Sílvio Santos Diário da Amazônia
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Publicado: 13/02/2018 às 05h30min

Nem mesmo a torrencial chuva que desabou sobre Porto Velho no último sábado, 10, e que passou momentos antes do início do desfile da Banda do Vai Quem Quer, fez com que o folião de Porto Velho deixasse de prestigiar a festa dos 38 anos do maior bloco de rua da região Norte.

A direção do bloco estava apreensiva, pois no ano passado, a chuva atrasou a saída e prejudicou o desfile. Este ano São Pedro foi mais camarada, pois fechou as torneiras do céu, por volta das três horas da tarde e então como se fosse uma avalanche, o povo começou a chegar a concentração. A presidente Sicília Andrade – Siça (almoçamos juntos), a todo minuto preocupada dizia “Meu Deus passe essa chuva logo”, tudo indica que suas preces foram ouvidas, pois, logo o tempo ficou agradável e às 17h30, ela proclamou a famosa frase criada pelo seu pai Menelão: “Para tristeza de poucos e alegria de muitos, a Banda está na rua”. Foi um dos melhores desfiles. Quantos participaram? 50, 70, 100 mil foliões não interessa, o que importa é que foi um desfile sem nenhum incidente.

Demais Blocos

Sexta-feira, dia 9, quem desfilou foi o bloco Us Dy Phora considerado o bloco que mais coloca folião vestido com abadá.
Depois de alguns anos, o bloco Canto da Coruja voltou a reunir seus simpatizantes e fez um belo carnaval (parado), em frente a residência do seu fundador, Cesinha. O carnaval do Coruja foi bastante elogiado pelos foliões.

Domingo, dia 11, foi a vez do bloco que oferece o melhor Opem Bar, o bloco Murupi, que desfilou pelo circuito Caiari levando milhares de foliões.

O carnaval em Porto Velho segundo autoridades da segurança, foi tranquilo, pelo menos até os desfiles de domingo.

 



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