Porto Velho/RO, 11 Dezembro 2019 18:10:14
    Diário da Amazônia

    Exportações de carne suína tem faturamento 46% maior

    Até o 20º dia útil de novembro, foram exportadas 57,6 mil toneladas de carne suína in natura

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    Publicado: 03/12/2019 às 16h38min

    Resultados preliminares para o mês de novembro das exportações brasileiras mostram que, apesar do resultado do frango ter sido superior, as progressões de aumento das exportações têm sido protagonizadas pela carne suína. Em novembro, comparando com outubro deste ano, enquanto o faturamento com a carne suína foi 46% maior, a de frango foi 6% superior no período.
    De acordo com os dados divulgados nesta segunda-feira pelo Ministério da Economia, Indústria, Comércio Exterior e Serviços, até o 20º dia útil de novembro, foram exportadas 57,6 mil toneladas de carne suína in natura, com faturamento de US$ 138,4 milhões, US$ 2.405,3 milhões por tonelada. Isso equivale a uma média diária embarcada de 2,9 mil toneladas e US$ 6,9 milhões por dia.

    Em relação a outubro deste ano, a quantidade de carne suína exportada por dia teve aumento de 5,9% e 7,6% a mais no faturamento. Se comparar com o novembro de 2018, o incremento na quantidade exportada foi 12,8% maior e o valor, 46,6% superior.
    Quando comparados os resultados das duas proteínas no mês de novembro deste ano, a carne de frango leva o jogo. Foram 309,2 mil toneladas de carne de frango embarcadas até o 20º dia útil de novembro, contra 57,6 mil toneladas da suína. Em se tratando de faturamento, para as vendas da ave no exterior foram US$ 492,8 milhões de dólares, e para a carne suína, US$ 138,4 milhões.
    De acordo com o analista de mercado da Radar Investimentos, Douglas Coelho, a razão para estes números é que a China, assolada por um surto de Peste Suína Africana que dizimou quase metade do plantel, precisa desesperadamente de proteína animal. “O país asiático precisa das três proteínas de forma geral (bovina, suína e de frango), mas a de frango é a mais barata, que tende a ser mais demandada diante das condições de aperto na Ásia”, explica.

    Fonte: NOTÍCIAS AGRÍCOLAS



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