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    Festa do Tambaqui de Rondônia vira atração turística em Brasília

    A Esplanada dos Ministérios em Brasília foi invadida desde a madrugada do último dia 7 de agosto, até o meio da tarde, pelos..

    Por Assessoria
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    Publicado: 09/08/2019 às 17h20min

    A Esplanada dos Ministérios em Brasília foi invadida desde a madrugada do último dia 7 de agosto, até o meio da tarde, pelos especialistas de Rondônia em assar peixe Tambaqui na brasa e por mais de 4 mil pessoas do Distrito Federal que em troca de 1 quilo de alimento, ganharam bandas de Tambaqui, o peixe de Rondônia.

    Presente desde as primeiras horas no local, o superintendente estadual de turismo de Rondônia – SETUR Gilvan Pereira Júnior ficou deveras impressionado com a prática da equipe, em tratar e preparar o Tambaqui. “Só essa prática já é atração turística”, disse Gilvan.

    Na realidade, a viagem do superintendente da SETUR até Brasília, teve como objetivo, registrar o potencial turístico gastronômico do Tambaqui de Rondônia. “Isso é uma ação que pode muito em breve, ser transformada num dos nossos atrativos turísticos, em especial a cidade de Ariquemes município que detém o título de maior produtor de Tambaqui em Cativeiro do Mundo”, disse Gilvan lembrando que recentemente a Associação de produtores de pescado de Ariquemes entrou para o livro dos recordes ao conseguir realizar o Maior Churrasco de Tambaqui.

    Gilvan registrou todos os momentos do Festival. “Esse material será produzido e distribuído pelos quatro cantos do Brasil via redes sociais, para que o mundo tome conhecimento de um dos potenciais turísticos de Rondônia que não se restringe apenas na preparação do pescado em forma de churrasco, mas, na pesca esportiva que atualmente é dominada pelos Vale do Guaporé mais que nas cidades onde se pratica a criação em cativeiro, deve acontecer na modalidade pesque e pague” finalizou o superintendente da SETUR.

    PEIXE TAMBAQUI

    O tambaqui é uma espécie nativa da Amazônia, e tem sido uma questão de interesse de pesquisadores e aquicultores, devido à sua adaptação à produção intensiva, crescimento rápido, aceitação ao alimento industrial e o alto valor gastronômico de sua carne. É consumido na região Amazônica desde o século 19.



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