porto velho - ro, 21 Março 2019 16:21:54

Felipe José

coluna

Publicado: 10/12/2018 às 13h37min | Atualizado 10/12/2018 às 14h11min

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Ideias: Algumas precisam ter preço não é mesmo?

Empresários alcançaram riqueza e muita fama através delas

Algumas coisas na vida valem ouro e uma delas são as ideias não é mesmo? Com ideias inovadoras e até mesmo diferentes algumas pessoas conseguiram ficar ricas e ainda ajudaram milhares de pessoas no mundo todo. Bill Gattes, Steve Jobs e outros grandes gênios das tecnologias revolucionaram o conceito de vida na sociedade mundial e assim, alcançaram “riqueza intelectual e financeira” trazendo praticidade para a vida de milhares de pessoas no mundo.

Desta mesma forma também, muitas “empresas de grande e até de pequeno porte” conseguiram êxito no mercado. Como exemplo, marcas de refrigerantes que saíram do “tradicional sabor” de guaraná oferecendo sabores de uva, tangerina, laranja e etc. Ou mesmo as fábricas de carros que oferecem “hoje” para seus consumidores, mais itens de uso, como, som, airbag, ar condicionado, TV e outros utensílios que nos anos de 1950, por exemplo, não existiam nos veículos vendidos no Brasil.

Podemos falar também dos celulares que de ligações comuns nos anos de 1990, oferecem nos anos 2000: bloco de notas para escrever texto, e-mail, máquina fotográfica, editores de imagens (diversos), gravadores de áudio, calculadora e outras tantas funções que eram vendidas separadamente. Podemos falar também da “rica e produtiva” indústria farmacêutica que a cada ano traz um novo medicamento ou melhorias em alguns remédios (através dos químicos e farmacêuticos) para sanar as enfermidades da sociedade.

Todas essas ideias foram e são acopladas a esses produtos para deixar a vida mais prática. No entanto, essas ideias inovadoras não foram trazidas para o público apenas para melhorar a vida delas, mas para revolucionar e no final de tudo, render muito, mas na verdade bastante dinheiro. Desta forma, tenha em mente que boas ideias rendem dinheiro e não devem ser passadas para as pessoas de graça. Precisam ter preço para que sejam ainda mais valorizadas pelas pessoas e também pelo mercado.

Se não fosse assim, os grandes gênios e empresários não teriam conseguido nome e acima de tudo fortunas. Mas, o que eles fizeram demais? Nada! Apenas construíram através de boas ideias formas de sobrevivência, no entanto, colocaram preço em todas elas! Agiram de forma egoísta ou errada? Não, apenas criaram conceitos para serem espalhados e vendidos para as pessoas usarem diariamente. Todavia, com preço justo valorizando suas ideias e acima de tudo suas marcas no mercado.

Dê mais valor

Tenha em mente que por preço em uma boa ideia é mais do que valorizar o que você aprendeu nas faculdades ou através das leituras. Lembre-se que o mundo gira através do “social que fazemos diariamente entre as pessoas”, mas gira também através do “capital” que faz as engrenagens da economia rodarem. Não doe ideias que poderão te ajudar a sobreviver. No máximo, leve elas para pessoas que farão o seu nome ser reconhecido e valorizado no mercado. Aproveite as grandes ideias para fazer o seu pé de meia. Ideias: Algumas precisam ter preço não é mesmo? Empresários alcançaram riqueza e muita fama através delas, por isso, seja qual for a sua produção, intelectual ou material, não faça de “graça”, ponha preço sempre. Suas ideias podem valer ouro. Pense mais nisso e conquiste o seu lugar ao sol.


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sobre Felipe José de Jesus

Sociólogo, Jornalista, Mestre em Comunicação Social: Jornalismo e Bacharelando em Direito. Como jornalista atuou em diversas editoras como: economia, política e também cultura em jornais impressos e portais. Passou também por assessorias de imprensa privada, prefeituras e em uma secretaria do Governo mineiro. Atualmente apoia o jornal Brasil Agora como editor. Com o mestrado deu aula na ESABI para a disciplina de Metodologia Científica e deu aulas particulares para alunos do curso de Psicologia da Faculdade de Estudos Administrativos de Minas Gerais (FEAD). Atualmente como Sociólogo prestou consultoria para uma ONG desempenhando o trabalho de pesquisas de campo: opinião pública: social e comportamento. Faz parte da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS) como afiliado e em 2016 prestou serviço de assessoria e planejamento de equipe para partidos políticos nas eleições municipais. Suas vivências acadêmicas passaram pela Faculdade Estácio de Sá (FESBH); Faculdade Polis das Artes (FPA); Universidad Europea Miguel de Cervantes (UEMC) e Universidade Uniesp.

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