porto velho - ro, 25 Julho 2019 09:53:02

Carlos Sperança

coluna

Publicado: 20/07/2019 às 10h17min | Atualizado 20/07/2019 às 13h41min

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Baixa do governo Bolsonaro prejudica candidatura de Eyder

Amazônia é maior A Amazônia, maior floresta tropical do mundo, não precisa o favor de ser esticada para assegurar esse título. Mesmo..

Amazônia é maior
A Amazônia, maior floresta tropical do mundo, não precisa o favor de ser esticada para assegurar esse título. Mesmo com limitações científicas anteriores à era digital, sem satélites nem georreferenciamento, o tamanho atribuído à região já não foi pequeno: cerca de 5,5 milhões de quilômetros quadrados.
Apesar da pouca ciência, havia certezas, como definir onde a Amazônia acabava e começava o Cerrado por uma arbitrária linha que nos mapas era até bem fina, mas transferida à realidade ocupava. Pesquisadores publicaram mapeamento por satélite sugerindo que a Amazônia é maior e se estenderia mais ao sul do indicado nos limites oficiais.
Há pouco, para surpresa de muitos que desconheciam aquela publicação, o professor Henrique Mews, da Universidade Federal do Acre, confirmou que a divisão entre os dois maiores biomas da América do Sul não é uma linha. É, na verdade, uma faixa que pode variar de 40 a 250 quilômetros de largura – mistura complexa de savana, floresta densa e floresta típica do encontro de dois tipos de ambientes.
Tudo indica que ainda há muito por saber a respeito. Antes de destruí-la gananciosamente ou ir a Marte, melhor seria conhecê-la, pois seria desastroso destruir o que ainda nem foi descoberto.
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Macacos velhos
O futuro não é auspicioso nestas bandas aos políticos conhecidos como “macacos velhos”. Continua aumentando o percentual do eleitoral jovem em Rondônia influenciando na eleição de futuros prefeitos e vereadores, neste segmento. Já foi assim em eleições passadas com a ascensão de políticos como Mariana Carvalho, Leo Moraes e outros com boas votações nas urnas na capital.

Perdendo força
Para o infortúnio do deputado estadual Eyder Brasil, provável candidato do PSL a prefeito na capital, a onda Bolsonaro vai perdendo força com a economia fragilizada, com sucessivas atitudes intempestivas dele e dos seus filhos, além de ações polêmicas. Com isto, se eleger pela sombra, como ocorreu com muitos delegados e militares no pleito passado com a bandeira do capitão passa a ser mais difícil.

A Constituinte
Com o falecimento do ex-parlamentar João Dias, dos deputados estaduais eleitos em 82, quase vinte já foram para o plano superior. Alguns em acidentes, como Jô Sato (Colorado), outros com a idade avançando como Jacob Atalhah (Porto Velho). Muitos deixando saudades como Amizael Silva, Arnaldo Lopes Martins, Cloter Motta, Walderedo Paiva.

Grandes destaques
O interessante é que grandes destaques da primeira legislatura da Assembléia Legislativa, na minha opinião, a melhor de todas até hoje, estão bem vivos e gozando de saúde, como José Bianco (Ji-Paraná), Tomas Correia (Jaru), Oswaldo Piana (Porto Velho) e Amir Lando (Porto Velho). Em ocasiões distintas já votei em todos eles aqui relacionados, seja ao governo, Senado, a prefeito.

Os reflexos
As lideranças regionais estão seriamente preocupadas com o desmonte do Dnitt de Rondônia, cuja administração foi transferida para Manaus. Com esta tutela distante, os reflexos negativos poderão acontecer de imediato, como a demora na entrega da ponte do Abunã, a conclusão da dragagem do Rio Madeira e a recuperação das nossas rodovias federais esburadacas.

Via Direta
***Depois de um breve recesso estamos de volta, como uma mosca na sopa, nos pratos dos pilantras e rapinadores *** Ainda a respeito da tutela do nosso Dnit, agora nas rédeas de Manaus, se for como a Marinha amazonense que manda no porto de Porto Velho, estaremos fritos e mal pagos *** Toda vez que os cabos de sustentação arrebentam por aqui, a coisa fica paralisada pelo menos três meses *** Trocando de saco para mala: Mabel começa a costurar acordos para disputar a prefeitura de Ji-Paraná.


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