porto velho - ro, 11 Dezembro 2018 14:50:39

Carlos Sperança

coluna

Publicado: 25/11/2018 às 09h08min | Atualizado 25/11/2018 às 09h15min

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Os cassinos clandestinos voltaram a dar as caras em Porto Velho

Sair da polarização O presidente eleito Jair Bolsonaro, acusa os economistas de serem os criadores da crise, mas vai seguir a..

Sair da polarização

O presidente eleito Jair Bolsonaro, acusa os economistas de serem os criadores da crise, mas vai seguir a orientação deles de que o país só vai se salvar e voltar a crescer sem remédios amargos.

Para isso, o novo governo precisa convencer os congressistas a aceitar o ônus de tanta amargura e cumprir à risca à Constituição para não sofrer demoradas demandas judiciais. Tudo urgente, acontecendo em um cenário de queda no ritmo de crescimento e guerra comercial entre EUA e China.

Além de um cenário mundial de inquietação, a Amazônia, que tanto precisa crescer, sofre com a polarização “globalistas x antiglobalistas” na situação do marisco entre a violência das ondas e a dureza do rochedo.

Os globalistas consideram necessária a cooperação internacional para que o clima não piore e os antiglobalistas alegam que a mudança de clima não existe: seria mentira de um “marxismo cultural” que ninguém sabe exatamente o que é.

A região só sabe que precisa ao mesmo tempo se desenvolver e preservar. Não pode abrir mão das duas coisas, o que exige vencer a venenosa polarização, conceito desumano que prega destruir o outro com demonização “religiosa” e ódio. No mundo dando sinais de mais crise, nunca foi tão necessário buscar o sábio “caminho do meio”.

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Jogo de pressão

Com seu corpo de secretariado quase definido, o governador eleito Marcos Rocha ainda sofre pressões de todos os lados – de figurões a inspetores de quarteirão – para indicações de cargos  destinados a grupos políticos e empresariais. O agronegócio rondoniense e os deputados estaduais querem seu quinhão e já deixaram bem claro seus posicionamentos.

Base aliada

É certo que Marcos Rocha não vai conseguir atender a todos os grupelhos envolvidos nas negociações políticas. O cobertor é curto e o governo estadual já está sem dinheiro e vai precisar economizar. Portanto o desgaste inicial será grande, principalmente se não atender os pleitos dos deputados estaduais, já que ele depende de uma base aliada confortável para governar.

Os serpentários

A grande verdade é que as câmaras municipais e as assembleias legislativas se transformaram em serpentários. Os políticos são gulosos e querem envolver as prefeituras e os governos dos estados em negociatas de agulha a avião em troca de apoio político. Quando contrariados forçam a barra com impeachments. Se não tiver motivo, criam para tumultuar as coisas. É coisa de louco!

As negociações

Segundo a revista Exame, a China pretende acelerar as negociações para adquirir o controle acionário da Usina Hidrelétrica de Santo Antonio, no Rio Madeira, em Rondônia. Todos os esforços serão feitos para fechar o negócio antes da posse do presidente eleito Jair Bolsonaro, que não tem se mostrado muito simpático com a volúpia dos chineses em comprar tantas empresas em nosso território nacional.

As substituições

Pelo acelerado – e bem elevado – numero de inscrições de médicos brasileiros e estrangeiros para substituir os cubanos que estão deixando o Brasil, o governo Temer e seu sucessor, o presidente eleito Bolsonaro, não terão dificuldades em recompor as temidas perdas anunciadas. Na verdade, o problema é identificar os médicos brasileiros destinados a trabalhar nos pequenos e mais distantes municípios.

Via Direta

*** Os cassinos clandestinos voltaram a dar as caras em Porto Velho e os viciados se multiplicam. geometricamente virando a noite ***  Um deles mantém  na região do Eldorado salões para ricaços e também para pobrinhos *** Do pobre ao nobre *** Trocando de saco para mala: as vendas ainda não decolaram neste final do ano na capital *** Por isto o CDL fará domingões de lazer com promoções nas avenidas comerciais do centro histórico, Amador dos Reis e Jatuarana.


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sobre Carlos Sperança

Um dos maiores colunistas político do Estado de Rondônia. Foi presidente do Sinjor. Foi assessor de comunicação do governador José Bianco entre outros. Mantém uma coluna diária no jornal Diário da Amazônia.

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